Quanto mais a gente vive mais a gente aprende o quanto é difícil mudarmos a opinião de alguém. Quem teima em não mudar de idéia acaba sendo também vítima da teimosia. É muito comum conhecermos pessoas que não aceitam ouvir não como resposta ou pior, a ouvir uma opinião diferente da sua.
Alguns, numa insistência contínua e irritante, repetem as mesmas afirmações ou os mesmos questionamentos na tentativa de convencer de que suas idéias e crenças são as corretas enquanto o outro diz não, irredutível e convicto, nada aceitando que seja diferente de suas próprias concepções.
A partir deste cenário as divergências começam a aflorar e as conversas inicialmente tranqüilas podem se tornar discussões intermináveis e perigosas.
Precisamos aprender a ouvir não dos outros, não quero, não concordo, não aceito, não vou! Cada um tem seu tempo e compreende as coisas de maneiras diferentes. Insistir é invadir um espaço que não lhe foi dado nem lhe é de direito, é tentar impor um pensamento ou vontade particular a outro.
Nossa personalidade vai sendo moldada desde a infância e se estabelece quando nos tornamos adultos, na medida em que vamos aprendendo vamos alterando ou não nossas convicções, de acordo com nossa maturidade intelectual, social e espiritual.
Quando ouvir um taxativo “NÃO” reflita e não busque conflitos. Mesmo que você tenha certeza de que está certo ou que a maneira com que você lida com determinado fato é a melhor forma para resolvê-lo não insista! Se você estiver mesmo com a verdade ao seu lado o tempo irá se encarregar de ensiná-la aos outros por você.
Fernando Christófaro Salgado
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Túnel (quase) sem fim
Outro dia ouvi uma pessoa dizer que sempre quando entra dirigindo em túneis escuros ela tem a sensação de que as paredes irão se fechar, desabando sobre ela e que o asfalto que vai ficando para trás revela que a escuridão se torna envolvente e sombria fora dos feixes de luz dos faróis. Ela me disse que antes mesmo de entrar no túnel já fica ansiosa para alcançar a luz e se livrar daquele tormento momentâneo. São as mesmas sensações que tenho quando penso em certos caminhos que trilho, e que acabam se tornando incertos quando surgem problemas inesperados.
Por vezes não estamos completamente preparados para executar algumas tarefas a que somos requisitados ou nos propomos a realizar. Parece que não nos comprometemos no nível desejado e esperado pelos outros e até mesmo por nós mesmos.
Um potencial causador desse comportamento é nossa ansiedade, que como um túnel sem fim, nos faz sentirmos pressionados a encontrar rapidamente todas as soluções.
A ansiedade pode ser expressa de diversas maneiras: as mãos começam suar, batemos as pernas no chão incessantemente, surge uma vontade súbita de irmos ao banheiro, gaguejamos para falar, temos “brancos” mesmo dominando um assunto, a espera nos aflige extremamente e o tempo se torna o nosso maior inimigo.
Devemos nos preparar previamente para todas as situações que pudermos enfrentar nos munindo da melhor forma para isso. Felizmente temos fontes poderosas que podem iluminar os nossos caminhos facilitando as escolhas e decisões e amenizando a inquietude ocasionada pelo medo e desafio do desconhecido.
Nossas fontes para vencer os túneis sem fim impostos pela ansiedade são o autoconhecimento, o estudo prévio com foco nos resultados, a autoconfiança e a paciência. Sem alimentarmos estas fontes dificilmente encontraremos uma luz no fim do túnel, nos decepcionando quando chegarmos ao final, vendo que nada mudou.
Fernando Christófaro Salgado
Por vezes não estamos completamente preparados para executar algumas tarefas a que somos requisitados ou nos propomos a realizar. Parece que não nos comprometemos no nível desejado e esperado pelos outros e até mesmo por nós mesmos.
Um potencial causador desse comportamento é nossa ansiedade, que como um túnel sem fim, nos faz sentirmos pressionados a encontrar rapidamente todas as soluções.
A ansiedade pode ser expressa de diversas maneiras: as mãos começam suar, batemos as pernas no chão incessantemente, surge uma vontade súbita de irmos ao banheiro, gaguejamos para falar, temos “brancos” mesmo dominando um assunto, a espera nos aflige extremamente e o tempo se torna o nosso maior inimigo.
Devemos nos preparar previamente para todas as situações que pudermos enfrentar nos munindo da melhor forma para isso. Felizmente temos fontes poderosas que podem iluminar os nossos caminhos facilitando as escolhas e decisões e amenizando a inquietude ocasionada pelo medo e desafio do desconhecido.
Nossas fontes para vencer os túneis sem fim impostos pela ansiedade são o autoconhecimento, o estudo prévio com foco nos resultados, a autoconfiança e a paciência. Sem alimentarmos estas fontes dificilmente encontraremos uma luz no fim do túnel, nos decepcionando quando chegarmos ao final, vendo que nada mudou.
Fernando Christófaro Salgado
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Nada mais a dizer?
Acabaram as suas forças? Já desistiu? Você é fraco assim? Quer dizer que não adianta mais lutar? Como você deixou passar esta chance? Você sempre faz tudo errado? Por que não fez deste jeito? Foi assim que combinamos? Quando perdeu a vontade de vencer? Eu não te avisei? Onde você estava com a cabeça?
Quando sofremos uma derrota não é fácil assimilar a perda rapidamente. As cobranças são inevitáveis e questionamentos inoportunos pipocam ao nosso redor.
Sempre que ouvir censura e intrusões na forma como atuou ou agiu que em nada lhe acrescentam apenas retribua com uma pergunta: “Não tem mais nada a dizer?” E depois se afaste e deixe que o silêncio cumpra o papel de trazer a reflexão àquele que tenta te afundar em pensamentos destrutivos.
Toda derrota é um aprendizado e quando você não puder levar palavras de incentivo e amparo aos que necessitam lembre que o silêncio será melhor remédio do que uma chuva de reclamações e ponderações sobre a condição do outro.
Quando os outros nos cobram acabamos por nos cobrar também e este é o pior tipo de cobrança, pois ela permanece indefinidamente, se estabelecendo até mesmo em outros campos e situações de nossas vidas.
Somos levados a crer que devemos ser como super heróis que vencem todos os obstáculos e devem estar sempre no topo, em destaque em todos os aspectos.
Não devemos nos deixar abater por nenhum tipo de derrota, toda vitória e conquista são conseqüências do tempo. Com perseverança e fé tudo iremos conseguir, mesmo que precisemos nascer de novo e nos reinventar sempre teremos outras chances de dizer ou fazer o que quisermos, desde que seja para o bem.
Fernando Christófaro Salgado
Quando sofremos uma derrota não é fácil assimilar a perda rapidamente. As cobranças são inevitáveis e questionamentos inoportunos pipocam ao nosso redor.
Sempre que ouvir censura e intrusões na forma como atuou ou agiu que em nada lhe acrescentam apenas retribua com uma pergunta: “Não tem mais nada a dizer?” E depois se afaste e deixe que o silêncio cumpra o papel de trazer a reflexão àquele que tenta te afundar em pensamentos destrutivos.
Toda derrota é um aprendizado e quando você não puder levar palavras de incentivo e amparo aos que necessitam lembre que o silêncio será melhor remédio do que uma chuva de reclamações e ponderações sobre a condição do outro.
Quando os outros nos cobram acabamos por nos cobrar também e este é o pior tipo de cobrança, pois ela permanece indefinidamente, se estabelecendo até mesmo em outros campos e situações de nossas vidas.
Somos levados a crer que devemos ser como super heróis que vencem todos os obstáculos e devem estar sempre no topo, em destaque em todos os aspectos.
Não devemos nos deixar abater por nenhum tipo de derrota, toda vitória e conquista são conseqüências do tempo. Com perseverança e fé tudo iremos conseguir, mesmo que precisemos nascer de novo e nos reinventar sempre teremos outras chances de dizer ou fazer o que quisermos, desde que seja para o bem.
Fernando Christófaro Salgado
terça-feira, 7 de julho de 2009
If we could touch a soul…
Hoje me atentei para um fato curioso e talvez até idiota, mas que não deixa de fazer algum sentido. O único momento em nossas vidas que podemos, com um pequeníssimo atraso, saber o que se passa na cabeça das outras pessoas sem que elas queiram é quando elas estão escrevendo algo perto de nós, porém não perceberam que estamos próximos e acompanhando o raciocínio.
Essa aproximação sorrateira não é uma atitude de bom tom, mas por vezes ela ocorre de forma involuntária e captamos até mesmo sem querer a conversa ou dissertação que em frações de segundo saem da mente de uma pessoa e seguem para a ponta de seus dedos para tomar a forma de letras, palavras e frases.
Quando você escreve algo você está expressando e eternizando um pensamento que lhe ocorre num determinado momento. Através da escrita coisas íntimas e belas podem ser cuidadosamente elaboradas, as palavras podem revelar segredos e trazer novidades, mas por mais que tentem, por mais que comovam, por mais que provoquem reflexões elas nunca poderão expressar um sentimento em toda a sua plenitude.
O que sentimos é único e ainda não existe maneira de se medir um sentimento, o quanto ele pode crescer, qual é a dose certa de sentirmos. Nós ainda não dominamos tudo o que encerra nossos corações. Cada pessoa vive seu universo particular e percebe e sente as coisas de forma diferente. Claro que ocorre sinergia de pensamentos e sentimentos, de outra forma seria impossível que os seres humanos se relacionassem, mas a sinergia não implica que a intensidade de sentimentos seja equivalente.
Acredito que todo o nosso potencial e sentimento não ficam guardados em um só lugar, eles se distribuem por toda a nossa alma, que guia nosso consciente e guarda as virtudes e defeitos do nosso inconsciente. Se pudéssemos tocar uma alma (If we could touch a soul) estaríamos tendo a revelação dos reais sentimentos que habitam um ser pois chegaríamos o mais próximo possível de poder compreender o que se passa no íntimo de alguém.
Tentemos elevar nossa alma para que nossos sentimentos se tornem mais amplos, dignos e verdadeiros e num futuro próximo possamos compartilhá-los de forma que nossa simples presença contribua para o bem estar dos que procuram amenizar as dores da alma.
Fernando Christófaro Salgado
Essa aproximação sorrateira não é uma atitude de bom tom, mas por vezes ela ocorre de forma involuntária e captamos até mesmo sem querer a conversa ou dissertação que em frações de segundo saem da mente de uma pessoa e seguem para a ponta de seus dedos para tomar a forma de letras, palavras e frases.
Quando você escreve algo você está expressando e eternizando um pensamento que lhe ocorre num determinado momento. Através da escrita coisas íntimas e belas podem ser cuidadosamente elaboradas, as palavras podem revelar segredos e trazer novidades, mas por mais que tentem, por mais que comovam, por mais que provoquem reflexões elas nunca poderão expressar um sentimento em toda a sua plenitude.
O que sentimos é único e ainda não existe maneira de se medir um sentimento, o quanto ele pode crescer, qual é a dose certa de sentirmos. Nós ainda não dominamos tudo o que encerra nossos corações. Cada pessoa vive seu universo particular e percebe e sente as coisas de forma diferente. Claro que ocorre sinergia de pensamentos e sentimentos, de outra forma seria impossível que os seres humanos se relacionassem, mas a sinergia não implica que a intensidade de sentimentos seja equivalente.
Acredito que todo o nosso potencial e sentimento não ficam guardados em um só lugar, eles se distribuem por toda a nossa alma, que guia nosso consciente e guarda as virtudes e defeitos do nosso inconsciente. Se pudéssemos tocar uma alma (If we could touch a soul) estaríamos tendo a revelação dos reais sentimentos que habitam um ser pois chegaríamos o mais próximo possível de poder compreender o que se passa no íntimo de alguém.
Tentemos elevar nossa alma para que nossos sentimentos se tornem mais amplos, dignos e verdadeiros e num futuro próximo possamos compartilhá-los de forma que nossa simples presença contribua para o bem estar dos que procuram amenizar as dores da alma.
Fernando Christófaro Salgado
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Admirável respeito
É bom acreditar e saber que ainda existem pessoas que respeitam os relacionamentos e não se traem se entregando a desejos momentâneos. Entendo que este respeito deveria ser algo comum, mas nos dias atuais é de se admirar que ainda existam homens e mulheres fiéis aos seus valores e aos outros. Não é minha intenção julgar ou determinar o que é certo ou errado, guio minha consciência não fazendo aos outros o que não gostaria que me fizessem.
Sigo uma linha de pensamento que não é rígida, muito pelo contrário, ela é bastante flexível e por isso mesmo ela vai se moldando dia a dia e adquirindo contornos diferentes, de acordo com o que vejo, aprendo e sinto, porém existem conceitos e valores que são imutáveis para mim e o respeito é um dos que mais prezo. Junto com o respeito caminha sempre a verdade, que por mais dura que possa parecer deve ser encarada como a melhor maneira para a solução de qualquer problema ou impasse.
Se dispor a escutar alguém que você não conhece, lhe dando a devida atenção é sinal de educação e também de respeito. Conhecer pessoas novas e descobrir pontos em comum ou divergentes é excelente para aprendermos a nos analisar melhor e a delinear novos conceitos e pensamentos.
Conhecer nossos próprios limites e descobrir o dos outros é fundamental para que não faltemos com o respeito ao próximo. As mudanças devem acontecer com o tempo e com certeza virão. Não é saudável ou indicado querer mostrar ao cego o que ele não quer ver, mesmo diante de fatos concretos muitos possuem opiniões irredutíveis, saibamos respeitar e entender que cada um atribui pesos diferentes para as coisas e crê no que acha correto.
Gostaria que houvesse menos admiração pelo respeito, que ele fosse comum como nossa respiração. Não tenho dúvidas de que viveríamos num lugar mais tranqüilo, as relações seriam mais fortes e sinceras e menos aborrecimentos teríamos.
Fernando Christófaro Salgado
Sigo uma linha de pensamento que não é rígida, muito pelo contrário, ela é bastante flexível e por isso mesmo ela vai se moldando dia a dia e adquirindo contornos diferentes, de acordo com o que vejo, aprendo e sinto, porém existem conceitos e valores que são imutáveis para mim e o respeito é um dos que mais prezo. Junto com o respeito caminha sempre a verdade, que por mais dura que possa parecer deve ser encarada como a melhor maneira para a solução de qualquer problema ou impasse.
Se dispor a escutar alguém que você não conhece, lhe dando a devida atenção é sinal de educação e também de respeito. Conhecer pessoas novas e descobrir pontos em comum ou divergentes é excelente para aprendermos a nos analisar melhor e a delinear novos conceitos e pensamentos.
Conhecer nossos próprios limites e descobrir o dos outros é fundamental para que não faltemos com o respeito ao próximo. As mudanças devem acontecer com o tempo e com certeza virão. Não é saudável ou indicado querer mostrar ao cego o que ele não quer ver, mesmo diante de fatos concretos muitos possuem opiniões irredutíveis, saibamos respeitar e entender que cada um atribui pesos diferentes para as coisas e crê no que acha correto.
Gostaria que houvesse menos admiração pelo respeito, que ele fosse comum como nossa respiração. Não tenho dúvidas de que viveríamos num lugar mais tranqüilo, as relações seriam mais fortes e sinceras e menos aborrecimentos teríamos.
Fernando Christófaro Salgado
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Nunca sinta pena!
Acredito que não devemos sentir pena de ninguém. Calma! Não sou radical e sem coração. Vou explicar o por quê! Entendo que quando sentimos pena dos outros na verdade estamos nos recriminando diante da impossibilidade de agirmos e alterarmos o estado da pessoa ou nos colocamos no lugar do outro imaginando como lidaríamos com determinada situação ou deficiência se fôssemos nós a encará-la.
Falo com conhecimento de causa. Tive de realizar uma cirurgia no joelho esquerdo para aliviar a pressão que meus ossos estavam fazendo nos ligamentos laterais e que me causava bastante dor. Na ocasião, após a cirurgia, tive que enfaixar e imobilizar a perna esticada. Por uns 3 meses tive que usar cadeira de rodas para ir para a faculdade e me locomover. É uma sensação muito ruim perceber que as pessoas têm pena de você, os olhares lastimosos e às vezes involuntários revelam que ser ou estar diferente causa um impacto nos outros que eu não podia imaginar antes de passar por isso.
Na época ficava satisfeito quando pessoas até mesmo desconhecidas se disponham a ajudar a empurrar minha cadeira ou carregá-la. O apoio dos amigos foi fundamental, mas os olhares alheios...Ah, esses dilaceravam a alma! Não por mim, sabia que dentro em breve estaria andando novamente, mas pelos que nunca puderam ou não poderão andar. Estes serão flechados por toda vida pelo julgo das pessoas que os consideram inferiores e dignos de pena.
A pena é diferente da compaixão. A compaixão se movimenta na direção de apaziguar a dor, solidarizando os atos, nos faz agir em auxílio do outro com a maior naturalidade possível, sem hipocrisia. Nos faz entender as diferenças, eliminando-as. A pena afunda e destrói as esperanças, rebaixando os outros a inválidos e incapazes.
Por isso afirmo, nunca sinta pena de ninguém, somos todos iguais, independente da condição física que nos encontramos. Muitas vezes um corpo fisicamente e aparentemente deformado pode carregar grande elevação moral e intelectual, para quem não conhece se informe sobre quem é Stephen William Hawking, talvez ele tenha compaixão de nós.
Fernando Christófaro Salgado
Falo com conhecimento de causa. Tive de realizar uma cirurgia no joelho esquerdo para aliviar a pressão que meus ossos estavam fazendo nos ligamentos laterais e que me causava bastante dor. Na ocasião, após a cirurgia, tive que enfaixar e imobilizar a perna esticada. Por uns 3 meses tive que usar cadeira de rodas para ir para a faculdade e me locomover. É uma sensação muito ruim perceber que as pessoas têm pena de você, os olhares lastimosos e às vezes involuntários revelam que ser ou estar diferente causa um impacto nos outros que eu não podia imaginar antes de passar por isso.
Na época ficava satisfeito quando pessoas até mesmo desconhecidas se disponham a ajudar a empurrar minha cadeira ou carregá-la. O apoio dos amigos foi fundamental, mas os olhares alheios...Ah, esses dilaceravam a alma! Não por mim, sabia que dentro em breve estaria andando novamente, mas pelos que nunca puderam ou não poderão andar. Estes serão flechados por toda vida pelo julgo das pessoas que os consideram inferiores e dignos de pena.
A pena é diferente da compaixão. A compaixão se movimenta na direção de apaziguar a dor, solidarizando os atos, nos faz agir em auxílio do outro com a maior naturalidade possível, sem hipocrisia. Nos faz entender as diferenças, eliminando-as. A pena afunda e destrói as esperanças, rebaixando os outros a inválidos e incapazes.
Por isso afirmo, nunca sinta pena de ninguém, somos todos iguais, independente da condição física que nos encontramos. Muitas vezes um corpo fisicamente e aparentemente deformado pode carregar grande elevação moral e intelectual, para quem não conhece se informe sobre quem é Stephen William Hawking, talvez ele tenha compaixão de nós.
Fernando Christófaro Salgado
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Fim e começo
Destruição pode ser
Sussurram bons anjos
Mal necessário
A nos fazer crescer
Crueldade sim
Inútil atitude
Nada tem de valor
Só dissipa a virtude
É preciso cessar
Pra haver recomeço
Nada vem de graça
Tudo tem seu preço
Quitar a dívida
É árdua tarefa
Parcelando o tempo
Adiamos o fim
Caminhar consciente
É ver o futuro
Começar de novo
Sair de cima do muro!
Fernando Christófaro Salgado
Sussurram bons anjos
Mal necessário
A nos fazer crescer
Crueldade sim
Inútil atitude
Nada tem de valor
Só dissipa a virtude
É preciso cessar
Pra haver recomeço
Nada vem de graça
Tudo tem seu preço
Quitar a dívida
É árdua tarefa
Parcelando o tempo
Adiamos o fim
Caminhar consciente
É ver o futuro
Começar de novo
Sair de cima do muro!
Fernando Christófaro Salgado
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