De tempos em tempos coisas ruins e inesperadas começam a acontecer em nossas vidas, somos bombardeados por fatos e notícias que nos desagradam, e o que mais impressiona é que elas ocorrem seguidamente, nos atingindo por todos os lados.
Não é fácil compreender que tudo tem seu sentido de ser, nestas situações nos colocamos facilmente como vítimas de olho gordo ou até mesmo da ira divina. Porém, muito do que sofremos é conseqüência dos nossos próprios atos, da nossa falta de atenção e da nossa falta de paciência.
Somadas as nossas falhas como seres humanos, ainda temos que suportar perdas inesperadas de entes queridos, doenças de diferentes níveis de gravidade a que estamos sujeitos, acidentes de trânsito, assaltos, perda de bens materiais que batalhamos para conquistar, dentre outras adversidades que podem tornar nosso dia a dia mais complicado.
A vida é feita de altos e baixos. Tendemos a sobrevalorizar as crises, pois elas nos marcam muito mais do que os êxitos que conquistamos. Talvez estas crises sejam necessárias para nos fazer refletir se estamos tomando as decisões corretas, se somos a pessoa que gostaríamos de ser e se os outros nos enxergam da maneira que pensamos e gostaríamos. Elas também podem servir para nos deixar mais bem preparados para novas quedas e imprevistos.
Quando olhamos para frente e enxergamos problemas por todos os lados, de uma forma involuntária acabamos por atrair estes problemas, atraindo também energias negativas daqueles que almejam o nosso mal.
Graças a Deus não existem crises sem fim! Por mais que pareça que está tudo conspirando contra nós o olhar Dele não se desvia de um só ser que habita nosso planeta. No momento certo todos nós vamos compreender plenamente os motivos pelos quais passamos por momentos tão difíceis e vamos conseguir agradecer com sinceridade por termos chegado um pouco mais próximo de sermos verdadeiramente justos e bons.
Fernando Christófaro Salgado.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Pedras no caminho
Pessoas são como pedras. Umas são como brita, não valem praticamente nada, outras são como rubis ou diamantes, raras e preciosas.
Encontramos ao longo da vida gente que é como pedra no sapato, que incomoda, incomoda, mas não nos impede de seguir em frente.
Temos ainda as pedras que ferem, não fisicamente, mas moralmente, e que atire a primeira, aquele que nunca descarregou o peso de sua raiva e revolta em quem, mesmo em pensamento, não deveria.
Pedras são o resultado de mudanças constantes na natureza e cada uma possui uma conformação diferente. Por exemplo, o granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosseiro, composta essencialmente por quartzo e feldspatos. Também somos o resultado de mudanças constantes que se dão ao nosso redor e em nosso interior. Nosso jeito de ser depende, em última análise, daqueles com quem nos associamos e convivemos.
Alguns relutam em mudar, mas, lembrando o ditado: “Água mole e pedra dura, tanto bate até que fura”. Muitas vezes, realmente, não é fácil mudar, seguimos tirando leite de pedra, mas uma hora ou outra as coisas se acertam, não importam quantas pedras no caminho apareçam.
Fernando Christófaro Salgado
Encontramos ao longo da vida gente que é como pedra no sapato, que incomoda, incomoda, mas não nos impede de seguir em frente.
Temos ainda as pedras que ferem, não fisicamente, mas moralmente, e que atire a primeira, aquele que nunca descarregou o peso de sua raiva e revolta em quem, mesmo em pensamento, não deveria.
Pedras são o resultado de mudanças constantes na natureza e cada uma possui uma conformação diferente. Por exemplo, o granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosseiro, composta essencialmente por quartzo e feldspatos. Também somos o resultado de mudanças constantes que se dão ao nosso redor e em nosso interior. Nosso jeito de ser depende, em última análise, daqueles com quem nos associamos e convivemos.
Alguns relutam em mudar, mas, lembrando o ditado: “Água mole e pedra dura, tanto bate até que fura”. Muitas vezes, realmente, não é fácil mudar, seguimos tirando leite de pedra, mas uma hora ou outra as coisas se acertam, não importam quantas pedras no caminho apareçam.
Fernando Christófaro Salgado
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Viver ou apenas existir
É engraçado como as coisas vêm e vão. Como tudo pode ser visto de diferentes ângulos. Como variam nossos sentimentos, estados de alegria que se alternam com tristezas. Seria incorreto dizer que o fato de vivermos, compartilharmos experiências, fazermos parte da vida dos outros e termos importância genuína no contexto em que estamos inseridos, muitas vezes dá lugar ao fato de somente existirmos?
Numa reflexão podemos pensar: qual é a significância que temos para os outros? Se sumíssemos, desaparecêssemos da face da Terra, quem sentiria a nossa falta? Quem iria a nossa procura? A rotina que compartilhamos com outros seria a mesma sem nossa presença?
As respostas para estas perguntas são simples, para algumas pessoas vivemos, somos importantes, se sofrermos ou ficarmos mal, elas sofrem também, se preocupam. A nossa ausência é sempre sentida e lamentada. Para outras, no entanto, simplesmente existimos. Se de uma hora para deixarmos de existir não iremos deixar marcas, saudades ou lembranças.
Neste último caso somos vistos como a página de um jornal do dia anterior, irrelevantes e, portanto, descartáveis. É como receber a notícia de que faleceu uma pessoa que apenas conhecemos de vista e não temos contato. Por não fazer parte de nosso convívio, reservamos pouca importância para o assunto.
Em meio a tudo isto, uma coisa é fato. Tanto a quantidade de pessoas que entendem que apenas existimos quanto à de pessoas que valorizam nosso convívio são proporcionais à quantidade e, principalmente, à qualidade das relações que possuímos.
Será que estamos vivendo mais ou só existindo pelos caminhos que trilhamos? Cabe a cada um fazer sua própria avaliação.
Fernando Christófaro Salgado.
Numa reflexão podemos pensar: qual é a significância que temos para os outros? Se sumíssemos, desaparecêssemos da face da Terra, quem sentiria a nossa falta? Quem iria a nossa procura? A rotina que compartilhamos com outros seria a mesma sem nossa presença?
As respostas para estas perguntas são simples, para algumas pessoas vivemos, somos importantes, se sofrermos ou ficarmos mal, elas sofrem também, se preocupam. A nossa ausência é sempre sentida e lamentada. Para outras, no entanto, simplesmente existimos. Se de uma hora para deixarmos de existir não iremos deixar marcas, saudades ou lembranças.
Neste último caso somos vistos como a página de um jornal do dia anterior, irrelevantes e, portanto, descartáveis. É como receber a notícia de que faleceu uma pessoa que apenas conhecemos de vista e não temos contato. Por não fazer parte de nosso convívio, reservamos pouca importância para o assunto.
Em meio a tudo isto, uma coisa é fato. Tanto a quantidade de pessoas que entendem que apenas existimos quanto à de pessoas que valorizam nosso convívio são proporcionais à quantidade e, principalmente, à qualidade das relações que possuímos.
Será que estamos vivendo mais ou só existindo pelos caminhos que trilhamos? Cabe a cada um fazer sua própria avaliação.
Fernando Christófaro Salgado.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Nada é por acaso
Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que se enganam aqueles que acreditam que as coisas mais marcantes em nossas vidas acontecem por acaso. Estes eventos são como marcos, que ocorrem com a devida conveniência, para alterar nossa rotina e para nos fazer pensar na maneira como estamos encarando a vida e em que sentido podemos melhorar.
Muitas vezes ignoramos os avisos que o destino se encarrega de nos dar, relevamos os fatos e permanecemos cegos diante das oportunidades de agirmos de maneira diferente.
Existem escolhas que ultrapassam nossa vontade individual, como conseguir um emprego onde a qualificação dos candidatos é a mesma que a sua ou até mesmo superior, ou manter um relacionamento saudável por um longo período de tempo.
Acredito que uma conjuntura de fatores e necessidades mútuas são responsáveis por nos encaixar nas engrenagens do mundo. Nascemos e crescemos com ou sem família devido a um motivo, estudamos, criamos amizades e percebemos afinidades por outros motivos, trabalhamos em um determinado local onde existem pessoas que, de um jeito ou de outro, estão ali para que possamos com elas aprender não só como desempenhar funções, mas também a conviver de forma harmônica, crescendo pessoal e profissionalmente.
É certo que para alguns o caminho é mais árduo que para outros, ainda assim, isto não é por acaso. Caminhar a duras penas é um fardo difícil de ser carregado, mas não impossível. Por vezes parece que tudo conspira contra nós, mas, repito, apenas parece.
Voltando a falar de escolhas, por termos o livre arbítrio, somos nós mesmos que definimos aquilo que queremos, com base em nossa própria experiência ou concordando com as sugestões dos outros. Nem sempre fazemos as escolhas certas e nem sempre o que escolhemos se mantém correto por tempo indefinido. As pessoas mudam e é natural que, com o tempo, mudem também suas prioridades.
Quando tudo parece dar errado não foram nossas escolhas que foram, de todo, erradas. A força do destino simplesmente não quis que estivéssemos inseridos em um contexto onde o aprendizado seria menor, onde os desafios talvez fossem desnecessários ou onde não estivessem pessoas que deveriam, em algum momento, passar por nossas vidas e deixar suas marcas.
Fernando Christófaro Salgado.
Muitas vezes ignoramos os avisos que o destino se encarrega de nos dar, relevamos os fatos e permanecemos cegos diante das oportunidades de agirmos de maneira diferente.
Existem escolhas que ultrapassam nossa vontade individual, como conseguir um emprego onde a qualificação dos candidatos é a mesma que a sua ou até mesmo superior, ou manter um relacionamento saudável por um longo período de tempo.
Acredito que uma conjuntura de fatores e necessidades mútuas são responsáveis por nos encaixar nas engrenagens do mundo. Nascemos e crescemos com ou sem família devido a um motivo, estudamos, criamos amizades e percebemos afinidades por outros motivos, trabalhamos em um determinado local onde existem pessoas que, de um jeito ou de outro, estão ali para que possamos com elas aprender não só como desempenhar funções, mas também a conviver de forma harmônica, crescendo pessoal e profissionalmente.
É certo que para alguns o caminho é mais árduo que para outros, ainda assim, isto não é por acaso. Caminhar a duras penas é um fardo difícil de ser carregado, mas não impossível. Por vezes parece que tudo conspira contra nós, mas, repito, apenas parece.
Voltando a falar de escolhas, por termos o livre arbítrio, somos nós mesmos que definimos aquilo que queremos, com base em nossa própria experiência ou concordando com as sugestões dos outros. Nem sempre fazemos as escolhas certas e nem sempre o que escolhemos se mantém correto por tempo indefinido. As pessoas mudam e é natural que, com o tempo, mudem também suas prioridades.
Quando tudo parece dar errado não foram nossas escolhas que foram, de todo, erradas. A força do destino simplesmente não quis que estivéssemos inseridos em um contexto onde o aprendizado seria menor, onde os desafios talvez fossem desnecessários ou onde não estivessem pessoas que deveriam, em algum momento, passar por nossas vidas e deixar suas marcas.
Fernando Christófaro Salgado.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
I-n-v-e-j-a
A natureza humana, infelizmente, não possui como pilares apenas sentimentos nobres. É, como se sabe, necessário se passar por várias experiências, nem sempre agradáveis, para aprendermos tudo àquilo que devemos para lidar com nossos próprios conflitos e para nos tornarmos pessoas melhores no trato com os outros.
Um dos sentimentos mais mesquinhos e sem fundamento que afloram daqueles que ainda não aprenderam a se valorizar e a valorizar o que possuem é a inveja.
A inveja, em determinadas proporções, pode ser destruidora. Em seus primeiros estágios temos a chamada “inveja saudável” (se é que isto existe), que é aquela onde a pessoa apenas diz: “Queria ter um carro igual ao do fulano!”, e em sua cabeça imagina e planeja o precisa fazer para satisfazer este desejo. Caso não seja possível nem em longo prazo alcançar o intento, também não fica chateada e se sente feliz pelo outro ter conseguido realizar o que ela não pôde.
Em um segundo estágio, começa-se a falar mal e a comparar-se com os outros, tentado sobrevalorizar suas posses e conquistas em detrimento das novas aquisições e conquistas alheias. “Fulano não merecia aquele emprego!”, “Cicrano não tem onde cair morto e comprou uma TV LDC de 50 polegadas!”.
No terceiro e mais corrosivo estágio, os invejosos fixam o “olho gordo” e passam não apenas a difamar e se comparar com os outros, como também a desejar, continuamente, o mal daqueles que possuem o que ainda não alcançaram.
É triste termos que conviver com pessoas assim. Se elas focassem menos nos outros e mais em si mesmas, ou ainda, se entendessem que, exceto por meios escusos e ilícitos, tudo o que se conquista é através do trabalho, esforço e mérito próprio e que nada cai do céu, elas poderiam ter outra visão sobre aquilo que os outros possuem.
A inveja tem o poder negativo de desagregar relações, afastar pessoas e causar o mal para quem fica sob seu alvo. Para estes que estão sob sua mira, não resta opção que não seja pedir a Deus para que ilumine e dê força e coragem àqueles que ainda não sabem conviver com o bem estar de outros.
Fernando Christófaro Salgado.
Um dos sentimentos mais mesquinhos e sem fundamento que afloram daqueles que ainda não aprenderam a se valorizar e a valorizar o que possuem é a inveja.
A inveja, em determinadas proporções, pode ser destruidora. Em seus primeiros estágios temos a chamada “inveja saudável” (se é que isto existe), que é aquela onde a pessoa apenas diz: “Queria ter um carro igual ao do fulano!”, e em sua cabeça imagina e planeja o precisa fazer para satisfazer este desejo. Caso não seja possível nem em longo prazo alcançar o intento, também não fica chateada e se sente feliz pelo outro ter conseguido realizar o que ela não pôde.
Em um segundo estágio, começa-se a falar mal e a comparar-se com os outros, tentado sobrevalorizar suas posses e conquistas em detrimento das novas aquisições e conquistas alheias. “Fulano não merecia aquele emprego!”, “Cicrano não tem onde cair morto e comprou uma TV LDC de 50 polegadas!”.
No terceiro e mais corrosivo estágio, os invejosos fixam o “olho gordo” e passam não apenas a difamar e se comparar com os outros, como também a desejar, continuamente, o mal daqueles que possuem o que ainda não alcançaram.
É triste termos que conviver com pessoas assim. Se elas focassem menos nos outros e mais em si mesmas, ou ainda, se entendessem que, exceto por meios escusos e ilícitos, tudo o que se conquista é através do trabalho, esforço e mérito próprio e que nada cai do céu, elas poderiam ter outra visão sobre aquilo que os outros possuem.
A inveja tem o poder negativo de desagregar relações, afastar pessoas e causar o mal para quem fica sob seu alvo. Para estes que estão sob sua mira, não resta opção que não seja pedir a Deus para que ilumine e dê força e coragem àqueles que ainda não sabem conviver com o bem estar de outros.
Fernando Christófaro Salgado.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
As sombras que esclarecem
Há alguns anos atrás, participei de uma excursão onde fui visitar uma gruta bastante extensa. A luz adentrava pelas frestas nas rochas até certo ponto, mas havia um local onde a escuridão era praticamente total e muitos dos ali presentes sentiram certo desconforto por se encontrarem perdidos, sem saber que direção tomar naquele breu.
Foi quando o guia nos alertou: “Calma pessoal, nós somos seres capazes de nos adaptar as mais diversas situações! Com o tempo suas pupilas irão se dilatar e vocês começarão a ver o contorno das rochas e das pessoas que estão ao seu lado!”. Passaram-se alguns segundos e se cumpriu o que fora dito, não havia mais motivo para pânico.
As sombras geralmente são ligadas ao medo, ao terror, a situações aflitivas, mas nem sempre elas escondem algo indesejado. Muitas vezes elas acabam sendo necessárias para nos direcionar melhor.
Existem pessoas que exibem um comportamento sombrio, mas nem por isso elas devem ser mal compreendidas, pelo contrário, elas devem ser auxiliadas, na medida do possível. Assim como podemos nos adaptar e enxergar nos ambientes mais escuros, também podemos imaginar que as sombras têm seu motivo de existir e viver nelas é apenas uma opção, visto que podemos sempre iluminar nossa mente com pensamentos positivos e elevados.
Em que sentido as sombras são esclarecedoras?
As sombras são esclarecedoras a partir do momento em que nos fazem lembrar o quanto a luz é importante em nossas vidas e o quanto, mesmo nas situações mais conflitantes e difíceis, podemos nos superar e dar a volta por cima, superando a escuridão que invariavelmente perturba nossas almas.
Fernando Christófaro Salgado
Foi quando o guia nos alertou: “Calma pessoal, nós somos seres capazes de nos adaptar as mais diversas situações! Com o tempo suas pupilas irão se dilatar e vocês começarão a ver o contorno das rochas e das pessoas que estão ao seu lado!”. Passaram-se alguns segundos e se cumpriu o que fora dito, não havia mais motivo para pânico.
As sombras geralmente são ligadas ao medo, ao terror, a situações aflitivas, mas nem sempre elas escondem algo indesejado. Muitas vezes elas acabam sendo necessárias para nos direcionar melhor.
Existem pessoas que exibem um comportamento sombrio, mas nem por isso elas devem ser mal compreendidas, pelo contrário, elas devem ser auxiliadas, na medida do possível. Assim como podemos nos adaptar e enxergar nos ambientes mais escuros, também podemos imaginar que as sombras têm seu motivo de existir e viver nelas é apenas uma opção, visto que podemos sempre iluminar nossa mente com pensamentos positivos e elevados.
Em que sentido as sombras são esclarecedoras?
As sombras são esclarecedoras a partir do momento em que nos fazem lembrar o quanto a luz é importante em nossas vidas e o quanto, mesmo nas situações mais conflitantes e difíceis, podemos nos superar e dar a volta por cima, superando a escuridão que invariavelmente perturba nossas almas.
Fernando Christófaro Salgado
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Um pouco de serenidade
Tem certos dias em que o aconchego do nosso lar basta para que possamos nos sentir melhor. Nada como chegar em casa de um dia de trabalho e correria, tirar os sapatos e meias, andar descalço, abrir a geladeira, tomar uma água bem gelada e deixar o tempo passar assistindo a um bom filme.
Hoje em dia é comum ver pessoas que não se desligam do trabalho em nenhum momento, alguns por necessidade, outros por obsessão. Estas pessoas têm suas vidas tão atreladas ao serviço que acabam por se esquecer da vida social e ficam constantemente preocupadas com os resultados que devem apresentar para se manterem empregadas.
Assuntos de trabalho devem ser resolvidos no trabalho, qualquer assunto que envolve a empresa e é tratado fora dela se constitui hora extra e deveria ser considerado como tal.
Já passamos muito tempo de nossas vidas trabalhando, se deixarmos que nossas horas vagas sejam dominadas por assuntos que envolvem o dia a dia empresarial corremos o risco de nos tornarmos pessoas extremamente alienadas, que não sabem conversar sobre outro assunto que não seja referente ao local e aos colegas de trabalho.
Para se ter serenidade é preciso gostar do que faz. Só é sereno aquele que gosta do que faz e faz bem feito, pois a este não restam dúvidas de que não precisará repetir aquilo que realizou ou de que a cobrança sobre ele não será atendida.
Dizem que o trabalho dignifica, sem dúvida esta é uma verdade, mas de nada vale o respeito dos outros se não nos respeitarmos, nos estressando e acabando com nossa saúde com preocupações que muitas vezes extrapolam nosso campo de ação.
Para quem ainda está nessa de tentar carregar o mundo pelas costas sugiro que comece a procurar por um pouco mais de serenidade.
Fernando Christófaro Salgado.
Hoje em dia é comum ver pessoas que não se desligam do trabalho em nenhum momento, alguns por necessidade, outros por obsessão. Estas pessoas têm suas vidas tão atreladas ao serviço que acabam por se esquecer da vida social e ficam constantemente preocupadas com os resultados que devem apresentar para se manterem empregadas.
Assuntos de trabalho devem ser resolvidos no trabalho, qualquer assunto que envolve a empresa e é tratado fora dela se constitui hora extra e deveria ser considerado como tal.
Já passamos muito tempo de nossas vidas trabalhando, se deixarmos que nossas horas vagas sejam dominadas por assuntos que envolvem o dia a dia empresarial corremos o risco de nos tornarmos pessoas extremamente alienadas, que não sabem conversar sobre outro assunto que não seja referente ao local e aos colegas de trabalho.
Para se ter serenidade é preciso gostar do que faz. Só é sereno aquele que gosta do que faz e faz bem feito, pois a este não restam dúvidas de que não precisará repetir aquilo que realizou ou de que a cobrança sobre ele não será atendida.
Dizem que o trabalho dignifica, sem dúvida esta é uma verdade, mas de nada vale o respeito dos outros se não nos respeitarmos, nos estressando e acabando com nossa saúde com preocupações que muitas vezes extrapolam nosso campo de ação.
Para quem ainda está nessa de tentar carregar o mundo pelas costas sugiro que comece a procurar por um pouco mais de serenidade.
Fernando Christófaro Salgado.
Assinar:
Postagens (Atom)