Não possuo asas pra voar
Mas sempre vou te amparar
Se estiver em queda livre
Não posso fazer milagres
Mas tentarei o impossível
Para que se sinta feliz
Não posso estar em toda parte
Mas mesmo bem distante
Estarei sempre contigo
Não posso fazer suas escolhas
Mas mesmo discordando de ti
Irei entender seus motivos
Não posso prever o futuro
Mas pra sempre cuidarei de ti
Posso ser seu anjo?
Fernando Christófaro Salgado.
sexta-feira, 25 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Amor e Dedicação
Em 1994 o prêmio Nobel de Economia, no valor de 930.000 dólares, distribuído anualmente pela Academia Sueca de Ciências, foi dividido entre um alemão e dois americanos, por sua contribuição para estabelecer os fundamentos da teoria dos jogos.
A teoria dos jogos transformou o mundo dos negócios e substituiu a economia clássica baseada na pura competição.
Criada na década de 1940, grande parte da sua base matemática foi desenvolvida por John F. Nash em sua tese de doutorado na Universidade de Princeton.
Nash foi um dos ganhadores do prêmio Nobel. Nascido em 1928, na Virgínia ocidental, Nash estudou matemática no Instituto de Tecnologia Carnegie e em Princeton. Em 1951 passou a integrar a equipe do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.
O que ressalta em sua vida, entretanto, não é a sua genialidade, mas o grande martírio que foi a sua vida.
Com diagnóstico de esquizofrenia, ele foi recolhido a um hospital psiquiátrico e submetido, inclusive, a choques por insulina.
Ele tinha, segundo os médicos, alucinações, ilusões, que o levavam a imaginar conspirações internacionais e a se acreditar capaz de impedir um grande problema mundial.
Também afirmava receber ordens de determinadas pessoas, invisíveis aos demais.
Fosse a sua imaginação ou fossem espíritos que o atormentassem, dentro do seu quadro de quase loucura, o que importa é que ele superou a dificuldade.
Em todos os momentos, inclusive nos das maiores e piores crises de quase loucura, sua esposa esteve com ele.
Alícia dispôs-se a mantê-lo em casa mesmo quando, por recomendação médica, que o julgava perigoso, deveria retornar para o tratamento no hospital e se submeter, outra vez, aos choques e medicação mais potente, a fim de impedir a loucura total.
“Quer saber o que é real?” – pergunta ela ao marido. E, tocando-lhe a face com muito carinho, diz: “isto é real.”
Depois toma a mão dele e a coloca em seu próprio rosto, repetindo: “isto é real.” Em seguida leva a mão ao coração, fazendo-o sentir o pulsar descompassado e torna a afirmar: “isto é real.”
Finalmente, ela lhe diz: “talvez a parte que saiba que tenha que acordar de um sonho não esteja em seu cérebro. Talvez esteja em seu coração.”
Ela apostou na sua melhora. E ele correspondeu. Com esforço incrível, sendo muitas vezes motivo de risos dos estudantes, ele retornou para a Universidade de Princeton, com permissão de assistir algumas aulas e freqüentar a biblioteca.
Lutou bravamente para não atender aos rogos e ordens dos personagens invisíveis que o atormentavam e conseguiu reaver sua cadeira de professor.
Na noite de dezembro de 1994, ao receber o seu prêmio, em Estocolmo, o discurso de Nash foi emocionante:
“Sempre acreditei nos números. Nas equações e na lógica que leva à razão. E após uma vida toda de buscas, pergunto: o que realmente é a lógica?”
Quem decide a razão?
Minha procura me levou através do físico, do metafísico, do ilusório e de volta. E fiz a descoberta mais importante da minha carreira.
A descoberta mais importante da minha vida. É somente nas misteriosas equações do amor que qualquer lógica ou razão pode ser encontrada.”
E, olhando para a esposa, emocionada, na platéia, completou: ”só estou aqui esta noite por sua causa. Você é a razão de eu existir. Você é todas as minhas razões.”
***
Quem ama sempre se transforma em mártir do amor.
Ante o amor, a dificuldade torna-se desafio, a dor se faz teste, a enfermidade constitui resgate, a luta se converte em experiência, a ingratidão ensina, a renúncia liberta, a solidão prepara e o sacrifício santifica.
Fonte: Equipe de Redação do Momento Espírita com base no livro do ano da Enciclopédia Mirador, vol. 1995, item Prêmio Nobel de Economia, no filme “Uma mente brilhante” e no livro Repositório de Sabedoria, vol. 1, Verbete Amor, Divaldo Franco.
A teoria dos jogos transformou o mundo dos negócios e substituiu a economia clássica baseada na pura competição.
Criada na década de 1940, grande parte da sua base matemática foi desenvolvida por John F. Nash em sua tese de doutorado na Universidade de Princeton.
Nash foi um dos ganhadores do prêmio Nobel. Nascido em 1928, na Virgínia ocidental, Nash estudou matemática no Instituto de Tecnologia Carnegie e em Princeton. Em 1951 passou a integrar a equipe do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.
O que ressalta em sua vida, entretanto, não é a sua genialidade, mas o grande martírio que foi a sua vida.
Com diagnóstico de esquizofrenia, ele foi recolhido a um hospital psiquiátrico e submetido, inclusive, a choques por insulina.
Ele tinha, segundo os médicos, alucinações, ilusões, que o levavam a imaginar conspirações internacionais e a se acreditar capaz de impedir um grande problema mundial.
Também afirmava receber ordens de determinadas pessoas, invisíveis aos demais.
Fosse a sua imaginação ou fossem espíritos que o atormentassem, dentro do seu quadro de quase loucura, o que importa é que ele superou a dificuldade.
Em todos os momentos, inclusive nos das maiores e piores crises de quase loucura, sua esposa esteve com ele.
Alícia dispôs-se a mantê-lo em casa mesmo quando, por recomendação médica, que o julgava perigoso, deveria retornar para o tratamento no hospital e se submeter, outra vez, aos choques e medicação mais potente, a fim de impedir a loucura total.
“Quer saber o que é real?” – pergunta ela ao marido. E, tocando-lhe a face com muito carinho, diz: “isto é real.”
Depois toma a mão dele e a coloca em seu próprio rosto, repetindo: “isto é real.” Em seguida leva a mão ao coração, fazendo-o sentir o pulsar descompassado e torna a afirmar: “isto é real.”
Finalmente, ela lhe diz: “talvez a parte que saiba que tenha que acordar de um sonho não esteja em seu cérebro. Talvez esteja em seu coração.”
Ela apostou na sua melhora. E ele correspondeu. Com esforço incrível, sendo muitas vezes motivo de risos dos estudantes, ele retornou para a Universidade de Princeton, com permissão de assistir algumas aulas e freqüentar a biblioteca.
Lutou bravamente para não atender aos rogos e ordens dos personagens invisíveis que o atormentavam e conseguiu reaver sua cadeira de professor.
Na noite de dezembro de 1994, ao receber o seu prêmio, em Estocolmo, o discurso de Nash foi emocionante:
“Sempre acreditei nos números. Nas equações e na lógica que leva à razão. E após uma vida toda de buscas, pergunto: o que realmente é a lógica?”
Quem decide a razão?
Minha procura me levou através do físico, do metafísico, do ilusório e de volta. E fiz a descoberta mais importante da minha carreira.
A descoberta mais importante da minha vida. É somente nas misteriosas equações do amor que qualquer lógica ou razão pode ser encontrada.”
E, olhando para a esposa, emocionada, na platéia, completou: ”só estou aqui esta noite por sua causa. Você é a razão de eu existir. Você é todas as minhas razões.”
***
Quem ama sempre se transforma em mártir do amor.
Ante o amor, a dificuldade torna-se desafio, a dor se faz teste, a enfermidade constitui resgate, a luta se converte em experiência, a ingratidão ensina, a renúncia liberta, a solidão prepara e o sacrifício santifica.
Fonte: Equipe de Redação do Momento Espírita com base no livro do ano da Enciclopédia Mirador, vol. 1995, item Prêmio Nobel de Economia, no filme “Uma mente brilhante” e no livro Repositório de Sabedoria, vol. 1, Verbete Amor, Divaldo Franco.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Não tenha medo do futuro
Estive refletindo e cheguei à conclusão de que o futuro é, nada mais nada menos, do que uma questão de fé em si mesmo.
Todas as vezes que acreditei que poderia ser “engolido” pelas circunstâncias que atormentavam minha vida no presente e que poderiam interferir negativamente no que eu projetava para meu futuro, fui abatido por grande frustração.
Uma das piores coisas que podemos sentir é a falta de direcionamento, que tem suas bases na indecisão e na insegurança sobre o que há por vir. Estar sem rumo é como estar em um complexo labirinto, onde a falta de conhecimento, preparação e experiência nos deixa praticamente sem saída.
Quando não temos a quem recorrer (ou temos e não recorremos) e se não conseguimos visualizar possibilidades de solução para nossos problemas podemos ser abatidos pelo desespero. Não me refiro aqui a um desespero desenfreado, enlouquecedor, mas a um tipo de desespero que nos consome pouco a pouco, que vai correndo nossas esperanças e pode chegar a instalar profunda depressão em nosso estado de espírito.
Deixar de acreditar em nós em mesmos e em nosso potencial se equivale a vendar os olhos e seguir em frente, se entregando à sorte e se subjugando ao tempo, que passa a ser o senhor de nosso destino.
Cada um deve ser protagonista de sua própria história, deve se capacitar para pilotar o próprio barco sozinho, nunca o deixando à deriva. Tempestades vez ou outra irão ocorrer, mas se estivermos preparados emocional e espiritualmente, não haverá o que temer.
Fernando Christófaro Salgado.
Todas as vezes que acreditei que poderia ser “engolido” pelas circunstâncias que atormentavam minha vida no presente e que poderiam interferir negativamente no que eu projetava para meu futuro, fui abatido por grande frustração.
Uma das piores coisas que podemos sentir é a falta de direcionamento, que tem suas bases na indecisão e na insegurança sobre o que há por vir. Estar sem rumo é como estar em um complexo labirinto, onde a falta de conhecimento, preparação e experiência nos deixa praticamente sem saída.
Quando não temos a quem recorrer (ou temos e não recorremos) e se não conseguimos visualizar possibilidades de solução para nossos problemas podemos ser abatidos pelo desespero. Não me refiro aqui a um desespero desenfreado, enlouquecedor, mas a um tipo de desespero que nos consome pouco a pouco, que vai correndo nossas esperanças e pode chegar a instalar profunda depressão em nosso estado de espírito.
Deixar de acreditar em nós em mesmos e em nosso potencial se equivale a vendar os olhos e seguir em frente, se entregando à sorte e se subjugando ao tempo, que passa a ser o senhor de nosso destino.
Cada um deve ser protagonista de sua própria história, deve se capacitar para pilotar o próprio barco sozinho, nunca o deixando à deriva. Tempestades vez ou outra irão ocorrer, mas se estivermos preparados emocional e espiritualmente, não haverá o que temer.
Fernando Christófaro Salgado.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Aprendendo a cada dia
Qual é nosso objetivo enquanto seres imperfeitos, com sentimentos e conflitos internos que impedem o apaziguamento da nossa alma, senão, o de nos doutrinarmos em constante aprendizado?
Pela dor ou pelo amor, através de experiências negativas ou positivas, nos são apresentadas diversas oportunidades para aprender, cabe a nós buscar identificar estas oportunidades e trabalhar para que elas rendam modificações em nossa maneira de ser e agir, de forma que possamos expelir gradativamente todos os pensamentos de ordem inferior que habitam nossas mentes.
Como dito, antes tudo, é preciso que estejamos aptos a aceitar mudanças. Ninguém aprende de verdade sem que elas ocorram, ninguém evolui em qualquer campo da vida sem a mudança, sem fazer algo diferente, sem aceitar os próprios erros e sem procurar entender os erros dos outros, sem buscar melhorar.
O que pensamos e acreditamos hoje pode não ser ainda a verdade que se revelará amanhã. Nosso entendimento é restrito àquilo que conhecemos e vivenciamos e, de certo, ainda temos um caminho longo a percorrer até que consigamos ter todas as nossas dúvidas esclarecidas.
Devemos cada um de nós, no seu tempo e à sua maneira, refletir sempre ao final do dia e agradecer pelas oportunidades de aprendizado a que fomos submetidos, tentando sempre aproveitá-las da melhor maneira possível.
Fernando Christófaro Salgado
Pela dor ou pelo amor, através de experiências negativas ou positivas, nos são apresentadas diversas oportunidades para aprender, cabe a nós buscar identificar estas oportunidades e trabalhar para que elas rendam modificações em nossa maneira de ser e agir, de forma que possamos expelir gradativamente todos os pensamentos de ordem inferior que habitam nossas mentes.
Como dito, antes tudo, é preciso que estejamos aptos a aceitar mudanças. Ninguém aprende de verdade sem que elas ocorram, ninguém evolui em qualquer campo da vida sem a mudança, sem fazer algo diferente, sem aceitar os próprios erros e sem procurar entender os erros dos outros, sem buscar melhorar.
O que pensamos e acreditamos hoje pode não ser ainda a verdade que se revelará amanhã. Nosso entendimento é restrito àquilo que conhecemos e vivenciamos e, de certo, ainda temos um caminho longo a percorrer até que consigamos ter todas as nossas dúvidas esclarecidas.
Devemos cada um de nós, no seu tempo e à sua maneira, refletir sempre ao final do dia e agradecer pelas oportunidades de aprendizado a que fomos submetidos, tentando sempre aproveitá-las da melhor maneira possível.
Fernando Christófaro Salgado
domingo, 12 de dezembro de 2010
Revelações inesperadas
Como já diz o ditado, “nem tudo que reluz é ouro”. Surpresas boas, logicamente, são sempre bem vindas, mas o desapontamento que temos com algumas revelações inesperadas são fonte de tristezas que machucam e demoram a cicatrizar.
Por mais que acreditemos conhecer bem uma pessoa, ainda assim, não estamos livres de sermos surpreendidos negativamente por elas. Sem motivo, ao menos aparente, alguns indivíduos apresentam ações, reações ou decisões que contrariam completamente o bom histórico da relação que possuíam conosco, se revelando verdadeiros estranhos.
Por maior que seja a complexidade de nossas mentes, o tamanho de nossos problemas ou as diferenças que possuímos entre nós, sempre existirá a busca pelo equilíbrio que proporciona nosso convívio em sociedade e nossa evolução como pessoas; ao menos este é um dos pontos do que é esperado de nós. Agir de forma diferente disto é fugir da nossa natureza humana e retroceder na própria capacidade de desenvolvimento e aprendizado, é estacionar na própria existência, se fechando para as oportunidades que a vida oferece.
Quando uma pessoa de nosso convívio próximo se revela o contrário daquilo que idealizávamos, geralmente tomamos um baque que nos paralisa, nos deixa totalmente sem reação. Saber da insignificância que temos para alguém que era merecedor de toda nossa confiança e atenção não é fácil.
Tentar entender o que se passa na cabeça dos outros é um trabalho para profissionais, e mesmos estes não são capazes de desvendar todas as potencialidades e especificidades da mente. Pessoas com problemas muitas vezes não aceitam que os têm e se tornam individualistas, não aceitam a ajuda ou opinião de ninguém, pensam ser auto-suficientes para tudo e acabam por descontar suas frustrações em quem estiver mais próximo, independentemente de quem seja.
A instabilidade emocional e a falta de uma boa estrutura familiar são fatores que contribuem para que pessoas possam perder o equilíbrio, mas nada justifica a falta de consideração que é apresentada por aqueles que exibem atitudes repreensíveis e inesperadas sem motivos aparentes, nada justifica o orgulho e o egoísmo de quem renega uma história de vida por causas próprias e desconhecidas. Nada justifica um súbito revés em uma relação sólida, seja de amizade, familiar ou amorosa.
Quando somos pegos assim de surpresa, por este péssimo tipo de surpresa, não há muito que fazer. Mesmo que se construa o entendimento novamente, as estruturas da relação se manterão sempre abaladas.
Fernando Christófaro Salgado.
Por mais que acreditemos conhecer bem uma pessoa, ainda assim, não estamos livres de sermos surpreendidos negativamente por elas. Sem motivo, ao menos aparente, alguns indivíduos apresentam ações, reações ou decisões que contrariam completamente o bom histórico da relação que possuíam conosco, se revelando verdadeiros estranhos.
Por maior que seja a complexidade de nossas mentes, o tamanho de nossos problemas ou as diferenças que possuímos entre nós, sempre existirá a busca pelo equilíbrio que proporciona nosso convívio em sociedade e nossa evolução como pessoas; ao menos este é um dos pontos do que é esperado de nós. Agir de forma diferente disto é fugir da nossa natureza humana e retroceder na própria capacidade de desenvolvimento e aprendizado, é estacionar na própria existência, se fechando para as oportunidades que a vida oferece.
Quando uma pessoa de nosso convívio próximo se revela o contrário daquilo que idealizávamos, geralmente tomamos um baque que nos paralisa, nos deixa totalmente sem reação. Saber da insignificância que temos para alguém que era merecedor de toda nossa confiança e atenção não é fácil.
Tentar entender o que se passa na cabeça dos outros é um trabalho para profissionais, e mesmos estes não são capazes de desvendar todas as potencialidades e especificidades da mente. Pessoas com problemas muitas vezes não aceitam que os têm e se tornam individualistas, não aceitam a ajuda ou opinião de ninguém, pensam ser auto-suficientes para tudo e acabam por descontar suas frustrações em quem estiver mais próximo, independentemente de quem seja.
A instabilidade emocional e a falta de uma boa estrutura familiar são fatores que contribuem para que pessoas possam perder o equilíbrio, mas nada justifica a falta de consideração que é apresentada por aqueles que exibem atitudes repreensíveis e inesperadas sem motivos aparentes, nada justifica o orgulho e o egoísmo de quem renega uma história de vida por causas próprias e desconhecidas. Nada justifica um súbito revés em uma relação sólida, seja de amizade, familiar ou amorosa.
Quando somos pegos assim de surpresa, por este péssimo tipo de surpresa, não há muito que fazer. Mesmo que se construa o entendimento novamente, as estruturas da relação se manterão sempre abaladas.
Fernando Christófaro Salgado.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Crise nas infinitas terras
De tempos em tempos coisas ruins e inesperadas começam a acontecer em nossas vidas, somos bombardeados por fatos e notícias que nos desagradam, e o que mais impressiona é que elas ocorrem seguidamente, nos atingindo por todos os lados.
Não é fácil compreender que tudo tem seu sentido de ser, nestas situações nos colocamos facilmente como vítimas de olho gordo ou até mesmo da ira divina. Porém, muito do que sofremos é conseqüência dos nossos próprios atos, da nossa falta de atenção e da nossa falta de paciência.
Somadas as nossas falhas como seres humanos, ainda temos que suportar perdas inesperadas de entes queridos, doenças de diferentes níveis de gravidade a que estamos sujeitos, acidentes de trânsito, assaltos, perda de bens materiais que batalhamos para conquistar, dentre outras adversidades que podem tornar nosso dia a dia mais complicado.
A vida é feita de altos e baixos. Tendemos a sobrevalorizar as crises, pois elas nos marcam muito mais do que os êxitos que conquistamos. Talvez estas crises sejam necessárias para nos fazer refletir se estamos tomando as decisões corretas, se somos a pessoa que gostaríamos de ser e se os outros nos enxergam da maneira que pensamos e gostaríamos. Elas também podem servir para nos deixar mais bem preparados para novas quedas e imprevistos.
Quando olhamos para frente e enxergamos problemas por todos os lados, de uma forma involuntária acabamos por atrair estes problemas, atraindo também energias negativas daqueles que almejam o nosso mal.
Graças a Deus não existem crises sem fim! Por mais que pareça que está tudo conspirando contra nós o olhar Dele não se desvia de um só ser que habita nosso planeta. No momento certo todos nós vamos compreender plenamente os motivos pelos quais passamos por momentos tão difíceis e vamos conseguir agradecer com sinceridade por termos chegado um pouco mais próximo de sermos verdadeiramente justos e bons.
Fernando Christófaro Salgado.
Não é fácil compreender que tudo tem seu sentido de ser, nestas situações nos colocamos facilmente como vítimas de olho gordo ou até mesmo da ira divina. Porém, muito do que sofremos é conseqüência dos nossos próprios atos, da nossa falta de atenção e da nossa falta de paciência.
Somadas as nossas falhas como seres humanos, ainda temos que suportar perdas inesperadas de entes queridos, doenças de diferentes níveis de gravidade a que estamos sujeitos, acidentes de trânsito, assaltos, perda de bens materiais que batalhamos para conquistar, dentre outras adversidades que podem tornar nosso dia a dia mais complicado.
A vida é feita de altos e baixos. Tendemos a sobrevalorizar as crises, pois elas nos marcam muito mais do que os êxitos que conquistamos. Talvez estas crises sejam necessárias para nos fazer refletir se estamos tomando as decisões corretas, se somos a pessoa que gostaríamos de ser e se os outros nos enxergam da maneira que pensamos e gostaríamos. Elas também podem servir para nos deixar mais bem preparados para novas quedas e imprevistos.
Quando olhamos para frente e enxergamos problemas por todos os lados, de uma forma involuntária acabamos por atrair estes problemas, atraindo também energias negativas daqueles que almejam o nosso mal.
Graças a Deus não existem crises sem fim! Por mais que pareça que está tudo conspirando contra nós o olhar Dele não se desvia de um só ser que habita nosso planeta. No momento certo todos nós vamos compreender plenamente os motivos pelos quais passamos por momentos tão difíceis e vamos conseguir agradecer com sinceridade por termos chegado um pouco mais próximo de sermos verdadeiramente justos e bons.
Fernando Christófaro Salgado.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Pedras no caminho
Pessoas são como pedras. Umas são como brita, não valem praticamente nada, outras são como rubis ou diamantes, raras e preciosas.
Encontramos ao longo da vida gente que é como pedra no sapato, que incomoda, incomoda, mas não nos impede de seguir em frente.
Temos ainda as pedras que ferem, não fisicamente, mas moralmente, e que atire a primeira, aquele que nunca descarregou o peso de sua raiva e revolta em quem, mesmo em pensamento, não deveria.
Pedras são o resultado de mudanças constantes na natureza e cada uma possui uma conformação diferente. Por exemplo, o granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosseiro, composta essencialmente por quartzo e feldspatos. Também somos o resultado de mudanças constantes que se dão ao nosso redor e em nosso interior. Nosso jeito de ser depende, em última análise, daqueles com quem nos associamos e convivemos.
Alguns relutam em mudar, mas, lembrando o ditado: “Água mole e pedra dura, tanto bate até que fura”. Muitas vezes, realmente, não é fácil mudar, seguimos tirando leite de pedra, mas uma hora ou outra as coisas se acertam, não importam quantas pedras no caminho apareçam.
Fernando Christófaro Salgado
Encontramos ao longo da vida gente que é como pedra no sapato, que incomoda, incomoda, mas não nos impede de seguir em frente.
Temos ainda as pedras que ferem, não fisicamente, mas moralmente, e que atire a primeira, aquele que nunca descarregou o peso de sua raiva e revolta em quem, mesmo em pensamento, não deveria.
Pedras são o resultado de mudanças constantes na natureza e cada uma possui uma conformação diferente. Por exemplo, o granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosseiro, composta essencialmente por quartzo e feldspatos. Também somos o resultado de mudanças constantes que se dão ao nosso redor e em nosso interior. Nosso jeito de ser depende, em última análise, daqueles com quem nos associamos e convivemos.
Alguns relutam em mudar, mas, lembrando o ditado: “Água mole e pedra dura, tanto bate até que fura”. Muitas vezes, realmente, não é fácil mudar, seguimos tirando leite de pedra, mas uma hora ou outra as coisas se acertam, não importam quantas pedras no caminho apareçam.
Fernando Christófaro Salgado
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