Já há algum tempo venho analisando o quanto algumas palavras podem nos influenciar positiva ou negativamente. Penso (como já disse em outras oportunidades) que esta influência é relativa, ou seja, depende muito da nossa capacidade de absorção e filtragem do que é e do que não é válido para o nosso crescimento pessoal e profissional.
Normalmente não paramos para refletir, mas costumamos reclamar e xingar muito mais do que agradecer e elogiar os outros. É sempre a mesma história: “Fulano não fez aquilo direito!”, “Sicrano sempre chega atrasado!”, “Beltrano é burro demais!”...
Comentários indevidos geralmente geram ruídos na comunicação, ou seja, mesmo que a pessoa que está sendo objeto do comentário não esteja presente no momento em que ele foi dito, fatalmente o que foi expresso sobre ela chegará bastante distorcido aos seus ouvidos, causando-lhe danos ainda maiores.
Soltar farpas sobre os outros é tarefa demasiadamente fácil, mas quantas flechas afiadas estão apontadas para nós sem que sequer saibamos? Devemos nos abster de reclamações e de observações maledicentes para deixarmos também de sermos alvos do mesmo desgosto que podemos levar a outrem.
Ao contrário de termos sempre uma visão negativa sobre as atitudes e sobre o modo de ser de cada um, devemos procurar, sempre que possível, exercitar a prática de elogiar, com sinceridade, algo que lhes diga respeito.
São pequenas coisas, pequenos detalhes, que imperceptivelmente, tanto para o emissor da mensagem quanto para o receptor, acabam por revigorar e dar energia e ânimo para que se continue a seguir em frente durante um dia difícil.
Quem não gosta de receber um elogio? Para quem emite é de graça, se gasta no máximo um sorriso e para quem recebe é sempre um incentivo a mais para que se continue pelo mesmo caminho, buscando sempre a melhoria.
Todas as vezes que receber um elogio agradeça e pense se é dele merecedor. Os elogios devem nos motivar a querer fazer mais do que fazemos hoje. Para mim não há nada bom que não possa ser melhorado. Estamos em constante aprendizado e devemos ter as palavras de carinho, afeto e consideração como combustíveis para nos tirar da inércia que muitas vezes nos impomos.
Elogie mais, seja a aparência, seja a atitude, seja um dom ou uma virtude, valorize as pessoas do seu convívio, você irá se sentir melhor e elas terão sempre motivos para lembrar bem de você e para ficarem mais felizes.
Fernando Christófaro Salgado.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Selo: Declaração de afeto

Recebi esta ótima lembrança do amigo Jorge, do blog:
Nectan Reflexões
Obrigado Jorge!
Bem, funciona assim:
- Escolhemos dez amigos para declarar a nossa amizade e os nomeamos num post.
- Em seguida visitamos seus blogs e comunicamos a nomeação.
- Cada um deverá nomear mais dez, e assim sucessivamente.
- Não há prêmios, apenas nossa declaração sincera de afeto.
A tarefa de escolher 10 blogs nunca é fácil e, como eu sempre digo, não se faz obrigatória, mas desta vez irei indicar os que realmente acompanho com grande freqüência, onde aprendo muito e que me fazem refletir e querer sempre melhorar, trazendo-me sempre mensagens positivas e experiências diversificadas!
1 – Vivendo a vida
2 - Canto de Contar Contos
3 - Um pouco de tudo
4 - Felicidade à vista
5 - Celeiro de Luz
6 - Meu lar interior
7 - Questão de Opinião
8 - Espírito Azul
9 - Fragmentos de uma alma perfumada
10 - Manual do Inseguro
Abraços a todos e parabéns pelo excelente trabalho que fazem!
Fernando Christófaro Salgado.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Deletando da memória
Toda limpeza pressupõe, primeiramente, a higienização de algum lugar, mas podemos dizer também que ela é um grande fator contribuinte para a organização do nosso ambiente de trabalho e das nossas atividades cotidianas.
Há quem não se preocupe em acumular papéis e coisas que não têm mais utilidade, em deixar a poeira acumular por semanas, em fazer de uma bagunça um mundo a parte, onde só quem administra a confusão sabe onde encontrar algo.
Assim como os lugares que freqüentamos e vivemos devem ser limpos e organizados com freqüência, também devemos fazer uma faxina constante em nossos pensamentos, apagando de nossa memória tudo o que puder ser comparado ao lixo que estamos acostumados a descartar.
É comum deletarmos da memória de nossos computadores arquivos que não estão sendo mais utilizados. Caso deixemos acumular estes arquivos, o desempenho da máquina, com o tempo, passa a ficar comprometido.
Da mesma forma funciona nossa mente. Com uma complexidade extremamente superior a de qualquer máquina inventada pelo homem, nossa mente não deixa de estar vulnerável ao acúmulo de informações e pensamentos que podem e devem ser descartados todos os dias.
A tarefa é simples, sempre à noite, logo que deitar na cama para dormir, faça um exame de consciência e reflita sobre como foi o seu dia. Pense nas palavras que disse e nas que ouviu. Pense nas palavras que leu e escreveu. Pense nas atitudes que teve diante das pessoas com quem se relacionou.
Com toda a certeza haverá alguma falha a ser corrigida, algo que você fez e não gostaria de ter feito ou disse e não gostaria de ter dito. Somos todos seres humanos, sujeitos a erros e acertos, mas, logicamente, sempre em busca de melhorias. Não há um ser humano em sã consciência que pretenda piorar suas condições de vida.
O exercício diário de apagar da memória palavras ou atitudes negativas, que possam ter constrangido ou desmotivado outras pessoas, como desgraça, problema, desistir, palavrões e todo o tipo de xingamentos, eliminando pouco a pouco o péssimo hábito de transmitir aos outros, o que não gostaríamos de receber, já é um belo começo.
Não sei se é disseminado em todo o país, mas existem em Belo Horizonte dois jornais impressos que têm o custo de apenas R$0,25 e que são vendidos como água.Porém, costuma-se dizer que se torcermos estes jornais é sangue que irá escorrer.
O que motiva tantas pessoas a comprarem informações que não transmitem nenhum valor ou ensinamento? Será que existe alguém que se satisfaz ao ler logo pela manhã que um filho matou o pai em certo bairro, ou que houve uma chacina com 7 mortos em outro?
Quando deixamos o lixo mental nos dominar, ele começa a virar uma bola de neve que vai se acumulando cada vez mais, tornando nossos dias mais estressantes e tristes, visto que ele começa a ocupar áreas de nosso cérebro que deveriam estar livres para trabalhar em nosso favor, aumentando nosso desempenho.
Não somos como os computadores, mas bem melhor do que eles, podemos sim deletar o que não possui valor algum de nossas mentes e melhorar cada dia um pouco mais!
Fernando Christófaro Salgado.
Há quem não se preocupe em acumular papéis e coisas que não têm mais utilidade, em deixar a poeira acumular por semanas, em fazer de uma bagunça um mundo a parte, onde só quem administra a confusão sabe onde encontrar algo.
Assim como os lugares que freqüentamos e vivemos devem ser limpos e organizados com freqüência, também devemos fazer uma faxina constante em nossos pensamentos, apagando de nossa memória tudo o que puder ser comparado ao lixo que estamos acostumados a descartar.
É comum deletarmos da memória de nossos computadores arquivos que não estão sendo mais utilizados. Caso deixemos acumular estes arquivos, o desempenho da máquina, com o tempo, passa a ficar comprometido.
Da mesma forma funciona nossa mente. Com uma complexidade extremamente superior a de qualquer máquina inventada pelo homem, nossa mente não deixa de estar vulnerável ao acúmulo de informações e pensamentos que podem e devem ser descartados todos os dias.
A tarefa é simples, sempre à noite, logo que deitar na cama para dormir, faça um exame de consciência e reflita sobre como foi o seu dia. Pense nas palavras que disse e nas que ouviu. Pense nas palavras que leu e escreveu. Pense nas atitudes que teve diante das pessoas com quem se relacionou.
Com toda a certeza haverá alguma falha a ser corrigida, algo que você fez e não gostaria de ter feito ou disse e não gostaria de ter dito. Somos todos seres humanos, sujeitos a erros e acertos, mas, logicamente, sempre em busca de melhorias. Não há um ser humano em sã consciência que pretenda piorar suas condições de vida.
O exercício diário de apagar da memória palavras ou atitudes negativas, que possam ter constrangido ou desmotivado outras pessoas, como desgraça, problema, desistir, palavrões e todo o tipo de xingamentos, eliminando pouco a pouco o péssimo hábito de transmitir aos outros, o que não gostaríamos de receber, já é um belo começo.
Não sei se é disseminado em todo o país, mas existem em Belo Horizonte dois jornais impressos que têm o custo de apenas R$0,25 e que são vendidos como água.Porém, costuma-se dizer que se torcermos estes jornais é sangue que irá escorrer.
O que motiva tantas pessoas a comprarem informações que não transmitem nenhum valor ou ensinamento? Será que existe alguém que se satisfaz ao ler logo pela manhã que um filho matou o pai em certo bairro, ou que houve uma chacina com 7 mortos em outro?
Quando deixamos o lixo mental nos dominar, ele começa a virar uma bola de neve que vai se acumulando cada vez mais, tornando nossos dias mais estressantes e tristes, visto que ele começa a ocupar áreas de nosso cérebro que deveriam estar livres para trabalhar em nosso favor, aumentando nosso desempenho.
Não somos como os computadores, mas bem melhor do que eles, podemos sim deletar o que não possui valor algum de nossas mentes e melhorar cada dia um pouco mais!
Fernando Christófaro Salgado.
domingo, 8 de novembro de 2009
Lembraças que felicitam-me



Hoje recebi em dose tripla selos dos amigos Jorge e Sara! Nunca é demais ser lembrando quando nos são dirigidas considerações sobre o trabalho que fazemos!
Obrigado amigos!
Agora vamos às regras, ou como gosto de me expressar quanto a elas, vamos às recomendações referentes a cada selo:
Quanto aos selos Kreativ Blogger e Este blog revela muito luz:
1.) Agradecer quem te deu o selo (feito)
2.) Copiar e colar (feito)
3.) Ser seguidor (com todo o prazer já era, pelo aprendizado que me propicia)
4.) Escrever 7 coisas interessantes sobre mim:
- Não desisto dos meus objetivos;
- Gosto de ler e aprender sempre;
- Sou um amigo fiel;
- Não gosto de ficar parado;
- Adoro viajar;
- Durmo menos do que deveria;
- Adoro escrever (vocês já devem ter percebido!)
Quanto ao selo Este blog é d+:
A regra é repassá-lo à 2 Blogs ou mais e responder à seguinte pergunta:
"O que seria necessário fazer ou mudar, para vivermos num mundo melhor?"
Para vivermos num mundo melhor o essencial é a educação. Não só a educação escolar, mas também a moral e religiosa. Para termos um mundo melhor devemos disseminar a fé genuína em Deus, não só a fé que vem de palavras gravadas e repetidas, mas a que brota do íntimo e nos aproxima verdadeiramente daquilo que há de melhor, da fé que nos dá confiança e força para vencer qualquer desafio!
Quero oferecer estes selos para os seguintes blogs:
**Corpo são, mente insana**
Never Land
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A essência de cada um
Indubitavelmente as pessoas são capazes de mudar a si mesmas, mas esta mudança não é fácil. Citando o filósofo alemão Arthur Schopenhauer: "É precisamente nas coisas pequeninas que o homem revela o seu caráter".
O caráter não se transfigura da noite para o dia, representa a essência de cada um, ou ainda, a maneira que o um indivíduo é, age e sente diante de todas as circunstâncias da vida.
De nada adianta que se vistam máscaras. De nada adiantam as falsas interpretações teatrais. No apagar das luzes, se não existir a vontade, a convicção e a constância na prática dos comportamentos éticos, a essência pobre e fraca será sempre mantida.
Neste ponto me pergunto: O que é necessário fazer para modificar a essência de uma pessoa? Vou citar um exemplo ocorrido comigo.
Todos os dias, quando estaciono o carro perto do escritório em que trabalho, um tomador de conta me pede um trocado. Como nunca permaneço por muito tempo no local, não costumo deixar-lhe nem um centavo. Além de tomador de conta o indivíduo também lava carros.
Rapaz forte e saudável, ele poderia buscar outra forma de ganhar a vida, mas esta não é a questão em pauta. Não é vergonha pedir quando a necessidade se faz presente, mas vejo diversas pessoas com dificuldades e deficiências físicas que, em vez de apenas estender a mão e marcarem um território como se fossem donos de todas as vagas da rua, estão vendendo balas, água ou refrigerantes nos sinais (ou faróis) de trânsito.
Na semana passada, como tive de ficar por um período maior no escritório pedi que o tomador de conta lavasse meu carro, minha intenção genuína era de ajudá-lo, dando-lhe algum serviço que pudesse ser dignamente remunerado.
Em minha inocência deixe-lhe a chave. Já havia 3 semanas que o carro só via a água da chuva e estava imundo por dentro (tinha ido em um sítio e os tapetes estavam cheios daquela poeira fina deixada pelas calçados dos meus caronas). Subi para o escritório às 10:30 hs, o combinado era que o carro estivesse pronto às 12:00 hs, horário em que teria de sair.
Mais ou menos às 11:00 hs, o rapaz subiu no escritório e foi me chamar, dizendo que o alarme havia disparado. Quando o viu, meu gerente disse: “Ish, Fernando, é esse cara que tá lavando seu carro? Meu santo não bate com o dele!”. O sexto sentido do gerente não havia falhado.
O alarme do meu carro só dispara se o carro for ligado e após o disparo da sirene ele corta toda a parte elétrica, desligando-o. Provavelmente o disparo assustou o rapaz que, fuçando em alguns fusíveis e fios, acabou cortando a sirene.
Quando cheguei ao local, vi que o famigerado tomador havia soltado o freio de mão do carro, que veio a bater fortemente o pára choque traseiro em outro veículo. O prejuízo estava formado.
Pobre rapaz. Teve a chance de fazer um serviço bem feito, conquistar um cliente ou cativar um amigo, mas escolheu mexer em algo que não tinha autorização para fazer. Fiquei triste pelo carro, mas mais triste por ver que existem pessoas que nem quando você se propõe a ajudá-las elas procuram ser ajudadas.
Apesar de saber que ele pode mudar, todo o crédito de confiança que havia depositado nele, por hora, se foi. Peço a Deus que ele não venha a arranhar minha pintura nos próximos dias, e com mais fervor ainda, peço que, das próximas vezes, ele se deixe ajudar e que acabe logo descobrindo que, fazendo as coisas certas, o retorno que ele terá será muito mais satisfatório.
Fernando Christófaro Salgado.
O caráter não se transfigura da noite para o dia, representa a essência de cada um, ou ainda, a maneira que o um indivíduo é, age e sente diante de todas as circunstâncias da vida.
De nada adianta que se vistam máscaras. De nada adiantam as falsas interpretações teatrais. No apagar das luzes, se não existir a vontade, a convicção e a constância na prática dos comportamentos éticos, a essência pobre e fraca será sempre mantida.
Neste ponto me pergunto: O que é necessário fazer para modificar a essência de uma pessoa? Vou citar um exemplo ocorrido comigo.
Todos os dias, quando estaciono o carro perto do escritório em que trabalho, um tomador de conta me pede um trocado. Como nunca permaneço por muito tempo no local, não costumo deixar-lhe nem um centavo. Além de tomador de conta o indivíduo também lava carros.
Rapaz forte e saudável, ele poderia buscar outra forma de ganhar a vida, mas esta não é a questão em pauta. Não é vergonha pedir quando a necessidade se faz presente, mas vejo diversas pessoas com dificuldades e deficiências físicas que, em vez de apenas estender a mão e marcarem um território como se fossem donos de todas as vagas da rua, estão vendendo balas, água ou refrigerantes nos sinais (ou faróis) de trânsito.
Na semana passada, como tive de ficar por um período maior no escritório pedi que o tomador de conta lavasse meu carro, minha intenção genuína era de ajudá-lo, dando-lhe algum serviço que pudesse ser dignamente remunerado.
Em minha inocência deixe-lhe a chave. Já havia 3 semanas que o carro só via a água da chuva e estava imundo por dentro (tinha ido em um sítio e os tapetes estavam cheios daquela poeira fina deixada pelas calçados dos meus caronas). Subi para o escritório às 10:30 hs, o combinado era que o carro estivesse pronto às 12:00 hs, horário em que teria de sair.
Mais ou menos às 11:00 hs, o rapaz subiu no escritório e foi me chamar, dizendo que o alarme havia disparado. Quando o viu, meu gerente disse: “Ish, Fernando, é esse cara que tá lavando seu carro? Meu santo não bate com o dele!”. O sexto sentido do gerente não havia falhado.
O alarme do meu carro só dispara se o carro for ligado e após o disparo da sirene ele corta toda a parte elétrica, desligando-o. Provavelmente o disparo assustou o rapaz que, fuçando em alguns fusíveis e fios, acabou cortando a sirene.
Quando cheguei ao local, vi que o famigerado tomador havia soltado o freio de mão do carro, que veio a bater fortemente o pára choque traseiro em outro veículo. O prejuízo estava formado.
Pobre rapaz. Teve a chance de fazer um serviço bem feito, conquistar um cliente ou cativar um amigo, mas escolheu mexer em algo que não tinha autorização para fazer. Fiquei triste pelo carro, mas mais triste por ver que existem pessoas que nem quando você se propõe a ajudá-las elas procuram ser ajudadas.
Apesar de saber que ele pode mudar, todo o crédito de confiança que havia depositado nele, por hora, se foi. Peço a Deus que ele não venha a arranhar minha pintura nos próximos dias, e com mais fervor ainda, peço que, das próximas vezes, ele se deixe ajudar e que acabe logo descobrindo que, fazendo as coisas certas, o retorno que ele terá será muito mais satisfatório.
Fernando Christófaro Salgado.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Caminhos que se cruzam
Dentre tantos lugares que podemos freqüentar, seja na cidade em que moramos ou quando realizamos viagens, diversas vezes acabamos por encontrar, inesperadamente, com quem há muito tempo não víamos ou mesmo com quem não queríamos encontrar.
Pergunto-me se estes encontros fortuitos têm algum significado. A mim incitam lembranças e me surpreendem quando acontecem. Gosto de conhecer novas pessoas e, pela lógica, quanto mais pessoas conhecemos, maior é a chance de encontramos alguém conhecido fora do nosso ambiente habitual de convívio.
Porém, mesmo conhecendo muitas pessoas, existem algumas, em particular, que sempre acabam cruzando nosso caminho de tempos em tempos. É como se aquele contato fosse necessário para a manutenção de uma relação, que por mais fraca que possa ser, deve, por algum motivo, ser relembrada ou restabelecida.
Encontros como estes, na maioria das vezes, me trazem grande satisfação. É quando soltamos aquela frase: “Nossa, que coincidência! O que você está fazendo por aqui?”. A resposta é sempre óbvia, mas a pergunta é inevitável. Informações são trocadas, telefones e endereços atualizados e uma porta que estava entreaberta volta a se abrir totalmente.
Somos nós quem definimos com quem vamos nos relacionar e direcionamos a atenção que achamos devida para a manutenção de cada relação que possuímos. Costumamos deixar no esquecimento e não valorizar o papel de algumas pessoas em nossas vidas, mas no futuro não sabemos o quanto poderemos depender delas.
Sempre que estiver numa situação dessas, em que você vir uma pessoa conhecida em algum lugar onde não esperava vê-la, cumprimente-a, seja simpático, bata um papo, nem que seja rápido. Você não sabe quando seus caminhos vão se cruzar novamente!
Fernando Christófaro Salgado.
Pergunto-me se estes encontros fortuitos têm algum significado. A mim incitam lembranças e me surpreendem quando acontecem. Gosto de conhecer novas pessoas e, pela lógica, quanto mais pessoas conhecemos, maior é a chance de encontramos alguém conhecido fora do nosso ambiente habitual de convívio.
Porém, mesmo conhecendo muitas pessoas, existem algumas, em particular, que sempre acabam cruzando nosso caminho de tempos em tempos. É como se aquele contato fosse necessário para a manutenção de uma relação, que por mais fraca que possa ser, deve, por algum motivo, ser relembrada ou restabelecida.
Encontros como estes, na maioria das vezes, me trazem grande satisfação. É quando soltamos aquela frase: “Nossa, que coincidência! O que você está fazendo por aqui?”. A resposta é sempre óbvia, mas a pergunta é inevitável. Informações são trocadas, telefones e endereços atualizados e uma porta que estava entreaberta volta a se abrir totalmente.
Somos nós quem definimos com quem vamos nos relacionar e direcionamos a atenção que achamos devida para a manutenção de cada relação que possuímos. Costumamos deixar no esquecimento e não valorizar o papel de algumas pessoas em nossas vidas, mas no futuro não sabemos o quanto poderemos depender delas.
Sempre que estiver numa situação dessas, em que você vir uma pessoa conhecida em algum lugar onde não esperava vê-la, cumprimente-a, seja simpático, bata um papo, nem que seja rápido. Você não sabe quando seus caminhos vão se cruzar novamente!
Fernando Christófaro Salgado.
domingo, 1 de novembro de 2009
Otimismo
Olhando para o futuro
Tive o desejo mais puro
Mistérios, sonho inseguro?
Motivos pra estar sobre o muro?
Outros hão de desistir
Tipos que não perseveram
Misturam vaidade e orgulho
Mostram enrustida fraqueza
Organizando-me atentamente
Tirei algumas conclusões
Missão fácil, não foi com certeza
Mover o mundo, não é moleza
Observe
Titãs!
Miscíveis
Módicos!
Otimismo!
Ti
Mis
Mo!
Fernando Christófaro Salgado.
Tive o desejo mais puro
Mistérios, sonho inseguro?
Motivos pra estar sobre o muro?
Outros hão de desistir
Tipos que não perseveram
Misturam vaidade e orgulho
Mostram enrustida fraqueza
Organizando-me atentamente
Tirei algumas conclusões
Missão fácil, não foi com certeza
Mover o mundo, não é moleza
Observe
Titãs!
Miscíveis
Módicos!
Otimismo!
Ti
Mis
Mo!
Fernando Christófaro Salgado.
Assinar:
Comentários (Atom)