Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que se enganam aqueles que acreditam que as coisas mais marcantes em nossas vidas acontecem por acaso. Estes eventos são como marcos, que ocorrem com a devida conveniência, para alterar nossa rotina e para nos fazer pensar na maneira como estamos encarando a vida e em que sentido podemos melhorar.
Muitas vezes ignoramos os avisos que o destino se encarrega de nos dar, relevamos os fatos e permanecemos cegos diante das oportunidades de agirmos de maneira diferente.
Existem escolhas que ultrapassam nossa vontade individual, como conseguir um emprego onde a qualificação dos candidatos é a mesma que a sua ou até mesmo superior, ou manter um relacionamento saudável por um longo período de tempo.
Acredito que uma conjuntura de fatores e necessidades mútuas são responsáveis por nos encaixar nas engrenagens do mundo. Nascemos e crescemos com ou sem família devido a um motivo, estudamos, criamos amizades e percebemos afinidades por outros motivos, trabalhamos em um determinado local onde existem pessoas que, de um jeito ou de outro, estão ali para que possamos com elas aprender não só como desempenhar funções, mas também a conviver de forma harmônica, crescendo pessoal e profissionalmente.
É certo que para alguns o caminho é mais árduo que para outros, ainda assim, isto não é por acaso. Caminhar a duras penas é um fardo difícil de ser carregado, mas não impossível. Por vezes parece que tudo conspira contra nós, mas, repito, apenas parece.
Voltando a falar de escolhas, por termos o livre arbítrio, somos nós mesmos que definimos aquilo que queremos, com base em nossa própria experiência ou concordando com as sugestões dos outros. Nem sempre fazemos as escolhas certas e nem sempre o que escolhemos se mantém correto por tempo indefinido. As pessoas mudam e é natural que, com o tempo, mudem também suas prioridades.
Quando tudo parece dar errado não foram nossas escolhas que foram, de todo, erradas. A força do destino simplesmente não quis que estivéssemos inseridos em um contexto onde o aprendizado seria menor, onde os desafios talvez fossem desnecessários ou onde não estivessem pessoas que deveriam, em algum momento, passar por nossas vidas e deixar suas marcas.
Fernando Christófaro Salgado.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
I-n-v-e-j-a
A natureza humana, infelizmente, não possui como pilares apenas sentimentos nobres. É, como se sabe, necessário se passar por várias experiências, nem sempre agradáveis, para aprendermos tudo àquilo que devemos para lidar com nossos próprios conflitos e para nos tornarmos pessoas melhores no trato com os outros.
Um dos sentimentos mais mesquinhos e sem fundamento que afloram daqueles que ainda não aprenderam a se valorizar e a valorizar o que possuem é a inveja.
A inveja, em determinadas proporções, pode ser destruidora. Em seus primeiros estágios temos a chamada “inveja saudável” (se é que isto existe), que é aquela onde a pessoa apenas diz: “Queria ter um carro igual ao do fulano!”, e em sua cabeça imagina e planeja o precisa fazer para satisfazer este desejo. Caso não seja possível nem em longo prazo alcançar o intento, também não fica chateada e se sente feliz pelo outro ter conseguido realizar o que ela não pôde.
Em um segundo estágio, começa-se a falar mal e a comparar-se com os outros, tentado sobrevalorizar suas posses e conquistas em detrimento das novas aquisições e conquistas alheias. “Fulano não merecia aquele emprego!”, “Cicrano não tem onde cair morto e comprou uma TV LDC de 50 polegadas!”.
No terceiro e mais corrosivo estágio, os invejosos fixam o “olho gordo” e passam não apenas a difamar e se comparar com os outros, como também a desejar, continuamente, o mal daqueles que possuem o que ainda não alcançaram.
É triste termos que conviver com pessoas assim. Se elas focassem menos nos outros e mais em si mesmas, ou ainda, se entendessem que, exceto por meios escusos e ilícitos, tudo o que se conquista é através do trabalho, esforço e mérito próprio e que nada cai do céu, elas poderiam ter outra visão sobre aquilo que os outros possuem.
A inveja tem o poder negativo de desagregar relações, afastar pessoas e causar o mal para quem fica sob seu alvo. Para estes que estão sob sua mira, não resta opção que não seja pedir a Deus para que ilumine e dê força e coragem àqueles que ainda não sabem conviver com o bem estar de outros.
Fernando Christófaro Salgado.
Um dos sentimentos mais mesquinhos e sem fundamento que afloram daqueles que ainda não aprenderam a se valorizar e a valorizar o que possuem é a inveja.
A inveja, em determinadas proporções, pode ser destruidora. Em seus primeiros estágios temos a chamada “inveja saudável” (se é que isto existe), que é aquela onde a pessoa apenas diz: “Queria ter um carro igual ao do fulano!”, e em sua cabeça imagina e planeja o precisa fazer para satisfazer este desejo. Caso não seja possível nem em longo prazo alcançar o intento, também não fica chateada e se sente feliz pelo outro ter conseguido realizar o que ela não pôde.
Em um segundo estágio, começa-se a falar mal e a comparar-se com os outros, tentado sobrevalorizar suas posses e conquistas em detrimento das novas aquisições e conquistas alheias. “Fulano não merecia aquele emprego!”, “Cicrano não tem onde cair morto e comprou uma TV LDC de 50 polegadas!”.
No terceiro e mais corrosivo estágio, os invejosos fixam o “olho gordo” e passam não apenas a difamar e se comparar com os outros, como também a desejar, continuamente, o mal daqueles que possuem o que ainda não alcançaram.
É triste termos que conviver com pessoas assim. Se elas focassem menos nos outros e mais em si mesmas, ou ainda, se entendessem que, exceto por meios escusos e ilícitos, tudo o que se conquista é através do trabalho, esforço e mérito próprio e que nada cai do céu, elas poderiam ter outra visão sobre aquilo que os outros possuem.
A inveja tem o poder negativo de desagregar relações, afastar pessoas e causar o mal para quem fica sob seu alvo. Para estes que estão sob sua mira, não resta opção que não seja pedir a Deus para que ilumine e dê força e coragem àqueles que ainda não sabem conviver com o bem estar de outros.
Fernando Christófaro Salgado.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
As sombras que esclarecem
Há alguns anos atrás, participei de uma excursão onde fui visitar uma gruta bastante extensa. A luz adentrava pelas frestas nas rochas até certo ponto, mas havia um local onde a escuridão era praticamente total e muitos dos ali presentes sentiram certo desconforto por se encontrarem perdidos, sem saber que direção tomar naquele breu.
Foi quando o guia nos alertou: “Calma pessoal, nós somos seres capazes de nos adaptar as mais diversas situações! Com o tempo suas pupilas irão se dilatar e vocês começarão a ver o contorno das rochas e das pessoas que estão ao seu lado!”. Passaram-se alguns segundos e se cumpriu o que fora dito, não havia mais motivo para pânico.
As sombras geralmente são ligadas ao medo, ao terror, a situações aflitivas, mas nem sempre elas escondem algo indesejado. Muitas vezes elas acabam sendo necessárias para nos direcionar melhor.
Existem pessoas que exibem um comportamento sombrio, mas nem por isso elas devem ser mal compreendidas, pelo contrário, elas devem ser auxiliadas, na medida do possível. Assim como podemos nos adaptar e enxergar nos ambientes mais escuros, também podemos imaginar que as sombras têm seu motivo de existir e viver nelas é apenas uma opção, visto que podemos sempre iluminar nossa mente com pensamentos positivos e elevados.
Em que sentido as sombras são esclarecedoras?
As sombras são esclarecedoras a partir do momento em que nos fazem lembrar o quanto a luz é importante em nossas vidas e o quanto, mesmo nas situações mais conflitantes e difíceis, podemos nos superar e dar a volta por cima, superando a escuridão que invariavelmente perturba nossas almas.
Fernando Christófaro Salgado
Foi quando o guia nos alertou: “Calma pessoal, nós somos seres capazes de nos adaptar as mais diversas situações! Com o tempo suas pupilas irão se dilatar e vocês começarão a ver o contorno das rochas e das pessoas que estão ao seu lado!”. Passaram-se alguns segundos e se cumpriu o que fora dito, não havia mais motivo para pânico.
As sombras geralmente são ligadas ao medo, ao terror, a situações aflitivas, mas nem sempre elas escondem algo indesejado. Muitas vezes elas acabam sendo necessárias para nos direcionar melhor.
Existem pessoas que exibem um comportamento sombrio, mas nem por isso elas devem ser mal compreendidas, pelo contrário, elas devem ser auxiliadas, na medida do possível. Assim como podemos nos adaptar e enxergar nos ambientes mais escuros, também podemos imaginar que as sombras têm seu motivo de existir e viver nelas é apenas uma opção, visto que podemos sempre iluminar nossa mente com pensamentos positivos e elevados.
Em que sentido as sombras são esclarecedoras?
As sombras são esclarecedoras a partir do momento em que nos fazem lembrar o quanto a luz é importante em nossas vidas e o quanto, mesmo nas situações mais conflitantes e difíceis, podemos nos superar e dar a volta por cima, superando a escuridão que invariavelmente perturba nossas almas.
Fernando Christófaro Salgado
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Um pouco de serenidade
Tem certos dias em que o aconchego do nosso lar basta para que possamos nos sentir melhor. Nada como chegar em casa de um dia de trabalho e correria, tirar os sapatos e meias, andar descalço, abrir a geladeira, tomar uma água bem gelada e deixar o tempo passar assistindo a um bom filme.
Hoje em dia é comum ver pessoas que não se desligam do trabalho em nenhum momento, alguns por necessidade, outros por obsessão. Estas pessoas têm suas vidas tão atreladas ao serviço que acabam por se esquecer da vida social e ficam constantemente preocupadas com os resultados que devem apresentar para se manterem empregadas.
Assuntos de trabalho devem ser resolvidos no trabalho, qualquer assunto que envolve a empresa e é tratado fora dela se constitui hora extra e deveria ser considerado como tal.
Já passamos muito tempo de nossas vidas trabalhando, se deixarmos que nossas horas vagas sejam dominadas por assuntos que envolvem o dia a dia empresarial corremos o risco de nos tornarmos pessoas extremamente alienadas, que não sabem conversar sobre outro assunto que não seja referente ao local e aos colegas de trabalho.
Para se ter serenidade é preciso gostar do que faz. Só é sereno aquele que gosta do que faz e faz bem feito, pois a este não restam dúvidas de que não precisará repetir aquilo que realizou ou de que a cobrança sobre ele não será atendida.
Dizem que o trabalho dignifica, sem dúvida esta é uma verdade, mas de nada vale o respeito dos outros se não nos respeitarmos, nos estressando e acabando com nossa saúde com preocupações que muitas vezes extrapolam nosso campo de ação.
Para quem ainda está nessa de tentar carregar o mundo pelas costas sugiro que comece a procurar por um pouco mais de serenidade.
Fernando Christófaro Salgado.
Hoje em dia é comum ver pessoas que não se desligam do trabalho em nenhum momento, alguns por necessidade, outros por obsessão. Estas pessoas têm suas vidas tão atreladas ao serviço que acabam por se esquecer da vida social e ficam constantemente preocupadas com os resultados que devem apresentar para se manterem empregadas.
Assuntos de trabalho devem ser resolvidos no trabalho, qualquer assunto que envolve a empresa e é tratado fora dela se constitui hora extra e deveria ser considerado como tal.
Já passamos muito tempo de nossas vidas trabalhando, se deixarmos que nossas horas vagas sejam dominadas por assuntos que envolvem o dia a dia empresarial corremos o risco de nos tornarmos pessoas extremamente alienadas, que não sabem conversar sobre outro assunto que não seja referente ao local e aos colegas de trabalho.
Para se ter serenidade é preciso gostar do que faz. Só é sereno aquele que gosta do que faz e faz bem feito, pois a este não restam dúvidas de que não precisará repetir aquilo que realizou ou de que a cobrança sobre ele não será atendida.
Dizem que o trabalho dignifica, sem dúvida esta é uma verdade, mas de nada vale o respeito dos outros se não nos respeitarmos, nos estressando e acabando com nossa saúde com preocupações que muitas vezes extrapolam nosso campo de ação.
Para quem ainda está nessa de tentar carregar o mundo pelas costas sugiro que comece a procurar por um pouco mais de serenidade.
Fernando Christófaro Salgado.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Sal Agosto
Mais um mês de agosto chega ao fim. Geralmente, quando existe o sentimento de que o tempo está passado muito rápido, nem se percebe que se está relegando ao esquecimento coisas que fogem da rotina. Deixamos tudo ficar como está e arrumamos mil desculpas para não fazer as coisas que deveríamos ou até mesmo que gostaríamos.
Fazendo uma pequena analogia com o mundo gastronômico, quando temperamos algum prato, na receita costuma estar escrito: “Adicionar sal a gosto”. Agosto. Neste mês que termina, convido todos a temperar a vida na medida certa, de que forma que ela se torne mais saborosa, mais prazerosa de ser vivida.
Temos tantos dissabores no dia a dia que paramos de sentir o gosto bom de uma vitória, de uma conquista, deixamos de nos comover com o sorriso inocente de uma criança, esquecemos de cuidar da nossa saúde de forma adequada, para nos preocupar com problemas que muitas vezes nem nos dizem respeito ou que não vão de encontro com nossos reais objetivos.
Para que isto não ocorra, existem várias maneiras de temperamos nossos dias: fazendo exercícios regulares, lendo um bom livro, escrevendo textos, tocando música, cuidando de animais, conhecendo novas pessoas ou contatando velhos amigos. Tudo depende do gosto do freguês, que não pode se alienar e se deixar enganar pelo comodismo inoperante.
Por mera curiosidade, o nome do mês de Agosto foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto.
Fernando Christófaro Salgado.
Fazendo uma pequena analogia com o mundo gastronômico, quando temperamos algum prato, na receita costuma estar escrito: “Adicionar sal a gosto”. Agosto. Neste mês que termina, convido todos a temperar a vida na medida certa, de que forma que ela se torne mais saborosa, mais prazerosa de ser vivida.
Temos tantos dissabores no dia a dia que paramos de sentir o gosto bom de uma vitória, de uma conquista, deixamos de nos comover com o sorriso inocente de uma criança, esquecemos de cuidar da nossa saúde de forma adequada, para nos preocupar com problemas que muitas vezes nem nos dizem respeito ou que não vão de encontro com nossos reais objetivos.
Para que isto não ocorra, existem várias maneiras de temperamos nossos dias: fazendo exercícios regulares, lendo um bom livro, escrevendo textos, tocando música, cuidando de animais, conhecendo novas pessoas ou contatando velhos amigos. Tudo depende do gosto do freguês, que não pode se alienar e se deixar enganar pelo comodismo inoperante.
Por mera curiosidade, o nome do mês de Agosto foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto.
Fernando Christófaro Salgado.
domingo, 22 de agosto de 2010
A vida em um dia
Tomei conhecimento estes dias de um projeto bastante interessante que foi vinculado através do YouTube e que teve como objetivo elaborar um documentário que representasse uma experiência global única, onde fosse rodado o primeiro longa metragem do mundo filmado por usuários.
Os participantes tiveram 24 horas para filmar um trecho de suas vidas, apenas no dia 24 de julho de 2010. Acredito que a divulgação do projeto não foi muito grande, talvez pelo curto período de inscrição e envio dos vídeos, mas ainda dá tempo de conhecer mais sobre o projeto.
O documentário experimental foi produzido por Ridley Scott e dirigido por Kevin Macdonald, premiados nomes do cinema. As filmagens mais interessantes e originais estão sendo editadas e o filme “A vida em um dia” será lançado no Sundance Film Festival em janeiro de 2011.
Saber um pouco sobre a vida das pessoas de qualquer lugar do mundo, o que elas estão fazendo, do que elas gostam e o que as incomoda é intrigante. Este papel vem sendo cumprido com maestria pelo Twitter, mas o que se pretendeu com “A vida em um dia” foi mostrar isso através de imagens que representassem as diferentes visões que temos das coisas.
Podemos realizar diversas atividades num mesmo dia, cada um tem sua rotina e é responsável por administrá-la. Através do registro de tantos momentos e de tantas pessoas poderemos refletir e afirmar que realmente vivemos uma vida a cada dia.
Informações e vídeos dos participantes podem ser vistos no site: http://www.youtube.com/lifeinaday?x=three.
Fernando Christófaro Salgado.
Os participantes tiveram 24 horas para filmar um trecho de suas vidas, apenas no dia 24 de julho de 2010. Acredito que a divulgação do projeto não foi muito grande, talvez pelo curto período de inscrição e envio dos vídeos, mas ainda dá tempo de conhecer mais sobre o projeto.
O documentário experimental foi produzido por Ridley Scott e dirigido por Kevin Macdonald, premiados nomes do cinema. As filmagens mais interessantes e originais estão sendo editadas e o filme “A vida em um dia” será lançado no Sundance Film Festival em janeiro de 2011.
Saber um pouco sobre a vida das pessoas de qualquer lugar do mundo, o que elas estão fazendo, do que elas gostam e o que as incomoda é intrigante. Este papel vem sendo cumprido com maestria pelo Twitter, mas o que se pretendeu com “A vida em um dia” foi mostrar isso através de imagens que representassem as diferentes visões que temos das coisas.
Podemos realizar diversas atividades num mesmo dia, cada um tem sua rotina e é responsável por administrá-la. Através do registro de tantos momentos e de tantas pessoas poderemos refletir e afirmar que realmente vivemos uma vida a cada dia.
Informações e vídeos dos participantes podem ser vistos no site: http://www.youtube.com/lifeinaday?x=three.
Fernando Christófaro Salgado.
domingo, 15 de agosto de 2010
Efeito maracujá
Todos nós estamos fadados a envelhecer, mas é a maneira com que cuidamos de nossa mente, corpo e espírito que determina a qualidade de vida e a saúde que teremos no futuro.
O mês de agosto é o mês em que sofro o que chamo de efeito maracujá. Um dia fomos uma semente na barriga de nossas mães e é quando saímos de lá que começa a contagem de nossa idade. Nossa aparência vai mudando com o tempo e, assim como o maracujá, um dia ficaremos murchos e enrugados, mas é sempre bom lembrar que é nesse estado que o caldo do maracujá se encontra mais doce e gostoso.
Viver uma vida saudável, com boa alimentação e exercícios regulares, sem esquecer de cuidar da mente, eliminando o stress e exercendo a paciência é uma forma de nos tornamos cada vez menos azedos com os outros e com nós mesmos.
Quando fazemos aniversário devemos refletir sobre como estamos envelhecendo, se, olhando pra trás, fizemos reclamações exageradas, cobranças indevidas, se estamos em débito com alguém e se estamos felizes com o que fazemos. Devemos ainda repensar como queremos estar no futuro.
A aparência física que temos ou que teremos não determina quem somos. Por mais que avancem as fórmulas de produtos cosméticos anti-rugas ou que aumentem a precisão e perfeição das cirurgias plásticas não há como conter os efeitos do tempo e da gravidade por completo.
Quanto mais envelhecemos mais devemos ter a certeza de que somos nós mesmos que determinamos a idade que temos, nos conhecendo cada vez mais, assim como nossas virtudes e limitações. Devemos tentar ser pessoas mais fáceis de conviver, nos tornando menos inflexíveis e mais abertas a críticas. Seguindo este pensamento é razoável dizer que nunca deixaremos que a jovialidade se afaste de nós, mesmo se estivermos com a pele enrugada e com os cabelos brancos.
Fernando Christófaro Salgado.
O mês de agosto é o mês em que sofro o que chamo de efeito maracujá. Um dia fomos uma semente na barriga de nossas mães e é quando saímos de lá que começa a contagem de nossa idade. Nossa aparência vai mudando com o tempo e, assim como o maracujá, um dia ficaremos murchos e enrugados, mas é sempre bom lembrar que é nesse estado que o caldo do maracujá se encontra mais doce e gostoso.
Viver uma vida saudável, com boa alimentação e exercícios regulares, sem esquecer de cuidar da mente, eliminando o stress e exercendo a paciência é uma forma de nos tornamos cada vez menos azedos com os outros e com nós mesmos.
Quando fazemos aniversário devemos refletir sobre como estamos envelhecendo, se, olhando pra trás, fizemos reclamações exageradas, cobranças indevidas, se estamos em débito com alguém e se estamos felizes com o que fazemos. Devemos ainda repensar como queremos estar no futuro.
A aparência física que temos ou que teremos não determina quem somos. Por mais que avancem as fórmulas de produtos cosméticos anti-rugas ou que aumentem a precisão e perfeição das cirurgias plásticas não há como conter os efeitos do tempo e da gravidade por completo.
Quanto mais envelhecemos mais devemos ter a certeza de que somos nós mesmos que determinamos a idade que temos, nos conhecendo cada vez mais, assim como nossas virtudes e limitações. Devemos tentar ser pessoas mais fáceis de conviver, nos tornando menos inflexíveis e mais abertas a críticas. Seguindo este pensamento é razoável dizer que nunca deixaremos que a jovialidade se afaste de nós, mesmo se estivermos com a pele enrugada e com os cabelos brancos.
Fernando Christófaro Salgado.
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